segunda-feira, 25 de abril de 2011

ECONOMIA GLOBALIZADA




          Globalização é um fenômeno resultante da transformação da Terra em uma única aldeia, de modo que uma pessoa situada em qualquer ponto do planeta, pode acompanhar tudo o que está acontecendo no resto do mundo, bastando para isso ligar o seu televisor ou conectar-se à rede mundial de computadores. Aliás, caso queira e tenha recursos, essa mesma pessoa pode viajar para o outro lado oposto do globo em algumas poucas horas, voando em aeronaves supersônicas.

          Entretanto, talvez, o maior problema decorrente desse fenômeno é a chamada globalização da economia, através da qual ocorre a migração das fortunas dos mega-investidores, que transferem bilhões de dolares de um extremo a outro do orbe terrestre pelo símples toque de um computador.


          Esse capital instável – também conhecido como capital volátil – visa apenas o rendimento de ágio, viajando velozmente pela Terra na ânsia do acréscimo de meros pontos percentuais nas taxas de juros oferecidas pelos governos das nações emergentes, e quando sai repentinamente de um país cuja economia é débil, pode causar ali verdadeira catástrofe decorrente da escassez de alimentos, da inflação acelerada, do desemprego e de outras seqüelas dessa natureza, penalizando sobretudo as pessoas mais pobres.



          Diante dessa realidade, pode-se perceber que a existência dos mega-investidores está ligada à distribuição e ao emprego da riqueza mundial, gerando gritante injustiça social, pois enquanto uma privilegiada minoria detém cerca de 90% do capital e dos bens de consumo, a grande maioria dos povos da Terra está passando por sérias privações, incluindo a fome e a miséria.


          Efeito King Kong – Comentando essa questão na revista Veja, o colunista Luiz Felipe de Alencastro lembra que “tempos de espanto sempre abrem espaços para assombrações. As perplexidades geradas pela crise de 1929 deram lugar à vários fantasmas. O mais trágico dentre eles levou à II Guerra. O mais inocente tomou corpo em Hollywood sob a forma de King Kong. O gorilão invadiu os cinemas em 1933, quando os efeitos do crash de 1929 se desdobravam em dramas sociais. anos atrás, a revista parisiense Les Cahiers du Cinéma propôs uma afamada chave interpretativa para o filme. Trazido de uma ilha perdida, situada fora dos mercados, mediante expedientes escusos de aventureiros que haviam engrupidos uma comunidade nativa, King Kong representa a desorganização do comércio mundial, a irracionalidade do capitalismo irrompendo em Nova York. Nos meados dos anos 70, no início da recessão de um quarto de século que pensávamos estar terminando anteontem, King Kong foi de novo filmado. Desta vez os cenaristas americanos introduziram o tema da exaustão dos recursos naturais, dos estragos no meio ambiente.”

          Mais adiante o colunista indaga: “E a crise financeira, e os bancos? Quem elegeu os banqueiros?” E explica que este é “o título de um livro editado nos Estados Unidos (Who Elected the Bankkers? Surveillance and Control in the World Economy, Cornell University Press, Ithaca,(1997). Seu autor, Louis W. Pauly, não é um esquerdista françês que enxerga mensagens anticapitalistas nos filmes com grandes gorilas destruindo Nova York. Trata-se de um cientista político americano dotado de grande experiência profissional no setor bancário privado e no FMI. Longe do populismo de direita e de esquerda, que sacrifica a integração econômica internacional no altar do nacionalismo. Pauly faz algumas ponderações interessantes. Para ele, é nefasto o segredo que envolve as decisões dos ministros de Finanças e dos governantes engajados na globalização. Favorável à abertura dos mercados, ele defende maior cobrança política dos cidadãos.”



          Contribuição do Espiritismo
          Por entender que o Espiritismo pode oferecer preciosos subsídios para a questão econômica mundial, e prosseguindo com a nossa meta de pesquisar assuntos de interesse geral nas obras de Allan Kardec, retiramos de O Evangelho Segundo o Espiritismo** as respostas para as seguintes indagações:



          P. A riqueza é causa ou conseqüência dos males terrenos?
          R. “Se a riqueza é causa de muitos males, se exarcerba tanto as más paixões, se provoca mesmo tantos crimes, não é a ela que devemos inculpar, mas ao homem, que dela abusa, como de todos os dons de Deus. Pelo abuso, ele torna pernicioso o que mais útil lhe poderia ser. É a conseqüência do estado de inferioridade do mundo terrestre. Se a riqueza somente males houvesse de produzir, Deus não a teria posto na Terra. Compete ao homem fazê-la produzir bem. Se não é um elemento direto de progresso moral, é, sem contestação, poderoso elemento de progresso intelectual.”



          P. Como pode o homem alcançar esse progresso?
          R. “O homem tem por missão trabalhar pela melhoria material do planeta. Cabe-lhe desobstruí-lo, saneá-lo, dispô-lo para receber um dia toda a população que a sua extensão comporta. Para alimentar essa população que cresce incessantemente, preciso se faz aumentar a produção. Se a produção de um país é insuficiente, necessário será buscá-la fora. Por isso mesmo, as relações entre os povos constituem uma necessidade. A fim de mais as facilitar, cumpre sejam destruídos os obstáculos materiais que os separam e tornadas mais rápidas as comunicações. Para trabalhos que são obra dos séculos, teve o homem de extraír materiais até das entranhas da terra; Procurou na Ciência os meios de os executar com maior segurança e rapidez. Mas, para os levar a efeito, precisa de recursos: a necessidade fê-lo criar a riqueza, como o fez descobrir a Ciência. A atividade que esses mesmos trabalhos impõem lhe amplia e desenvolve a inteligência que ele concentra, primeiro, na satisfação das necessidades materiais, o ajudará mais tarde a compreender as grandes verdades morais. Sendo a riqueza o meio primordial de execução, sem ela não mais grandes trabalhos, nem atividade, nem estimulante, nem pesquisas. Com razão, pois, é a riqueza considerada elemento de progresso.”



          P. Por que não são igualmente ricos todos os homens?
          R. “Não o são por uma razão muito símples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. É, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ele a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.”



          P. Admitido isso, pergunta-se por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos?
          R. “Aínda aí está uma prova da sabedoria e da bondade de Deus. Dando-lhe o livre-arbítrio, quis ele que o homem chegasse, por experiência própria, a distingüir o bem do mal e que a prática do primeiro resultasse de seus esforços e da sua vontade. Não deve o homem ser conduzido fatalmente ao bem, nem ao mal, sem o que não mais fora senão instrumento passivo e irresponsável como os animais. A riqueza é um meio de o experimentar moralmente. Mas, como, ao mesmo tempo, é poderoso meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela permaneça longo tempo improdutiva, pelo que incessantemente a desloca. Cada um tem de possuí-la, para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela. Sendo, no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo, e acontecendo, além disso, que, se todos a posuíssem, ninguém trabalharia, com o que o melhoramento do planeta ficaria comprometido, cada um a possui por sua vez. Assim, um que não na tem hoje, já a teve ou terá noutra existência; outro, que agora a tem, talvez não na tenha amanhã. Há ricos e pobres, porque sendo Deus justo, como é, a cada um prescreve trabalhar a seu turno. A pobreza é, para os que a sofrem, a prova da paciência e da resignação; a riqueza é, para os outros, a prova da caridade e da abnegação.”



          P. Deus será justo, dando a riqueza para os mega-investidores e outros poderosos que fazem péssimo uso de suas riquezas?
          R. “É exato que, se o homem tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da terra; se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual e, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça. Carece, pois, o pobre de motivo assim para acusar a Providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem, de momento, mudar o exterior, mas não logram mudar o coração; daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A orígem do mal reside no egoísmo e no orgulho; os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da caridade.”



          Destaque:
          Uma figura em uma das páginas da Revista, descreve “Menino Morto” da série “Retirantes”, de Cândido Portinare, que retrata a desigualdade Social.
O Artista, à época, assim retratou a pobreza em uma das regiões do Brasil, entretanto, espelha com fidelidade a desigualdade social ainda existente em diversas regiões da Terra, devido ao egoísmo de grande parte dos portadores da riqueza.



                    Matéria Extraída da RIE -
          Revista Internacional de Espiritismo       

sábado, 23 de abril de 2011

O HOMEM E A MULHER


                    Belém, 23 de Abril de 2011. 


           Nem tanto, nem tão pouco!
           O “machismo” exagerado já passou, mas deixando suas marcas indeléveis, ao longo dos tempos, de violência, sofrimentos mil, rancores e solidão.
           – Deus fez o Homem macho e fêmea, enunciou Jesus!
           É inegável que, devido a coragem, a persistência, e a força do macho, muitos progoressos atingiu a Humanidade!
           Entretanto, não se trata destes valore, agora, aqui nesta matéria.
           O Planeta Terra reconhece, hoje, que o maior destaque é para a mulher!
           Também, não há espaços, no prisma desta nova matéria, para as questões que hora ressaltam a coragem, a sensibílidade e as conquistas, na História devido a presença do sexo feminino, ou, hora as injustiças, os maltratos e a “indiferença” sofridas pela mulher.
           O Mundo vive no dia-à-dia estas disputas, e há grandes Obras, Livros, e Espe- cialistas prontos para os interessados em informarem-se, solucionar os mais diversos problemas, e formarem-se em outros especialistas, diplomados ou não no assunto!
           Abro um parêntese para destacar símples características que são observadas por muitos, e que em vez de auxiliar, mais confundem as idéias da mulher, em primeiro lugar, e dos homens em segundo:
           O tempo da Mulher chegou, está tudo ao seu favor, é hora de fazer bonito, é hora de fazer o melhor!
           Que minhas intenções sejam capitadas, e que a matéria em si, seja compreendida!
           Pois sou um homem que sempre colocou os valores Divinos acima dos do Homem!
           Jamais fui machista, nem tão pouco sou feminista!
           Ressalto neste momento, a Presidenta do Brasil, Sra. Dilma Roussef, que conquistou recentimente nos Estados Unidos das Américas, lugar entre as cem(100) personagens mais importantes do Mundo!
           Em vez de aproveitarem as oportunidades, a faze mais propícia, muitas mulheres, e este número é considerável no Planeta, até mesmo sem desenvolverem um bom projeto de progresso íntimo, conquista do equilíbrio no essencial para suas vidas, atiram-se nas disputas, é preciso dizer, do boca-à-boca, e no baixo nível de educação e sensibílidade contra os semelhantes do sexo oposto.
           É fácil observar-se também, que outro número igualmente considerável e que já conquistou o terceiro grau em uma Universidade, e outras, suas independências financeiras, partem para a luta “com seus inimigos”, para desabafarem mágoas passadas, mal-entendidos, e também, na defesa do Gênero(fêmeas em geral) de Cidades e Localidades distantes do seu meio!
           Fecho agora este parêntese, e apresento uma Obra Divina em favor do ser Humano, trazida dos Alti-Planos para abençoar o Progresso e acrescentar muita Paz para os que buscam no BEM, luz, incentivo, esperança, equilíbrio, coragem e fé, para os seus objetivos de FELICIDADES!



           O homem é a mais elevada das criaturas;
           Deus fez para o homem um trono, para a mulher um altar.
           O trono exalta; o altar santifica.



           O homem é o cérebro; a mulher, o coração.
           O cérebro produz a luz. O coração o amor.
           A luz fecunda e o amor ressuscita.

           O homem é um gênio. A mulher um anjo.
           O gênio é imensurável; o anjo, indefinível.
           A aspiração do homem é a suprema glória.
           A aspiração da mulher a virtude extrema.
           A glória traduz grandeza.
           A virtude traduz divindade.



           O homem tem a supremacia. A mulher a preferência.
           A supremacia representa a força. A preferência, o direito.
           O homem é forte pela razão.
           A mulher é invencível pela lágrima.
           A razão convence e a lágrima comove.



           O homem é capaz de todos os heroísmos. A mulher, de todos os martírios.
           O heroísmo enobrece; o martírio sublima.
           O homem é o código. A mulher, o evangelho.
           O código corrige. O evangelho aperfeiçoa.
           O homem é um templo. A mulher um sacrário.
           Ante o templo nós nos descobrimos; Ante o sacrário, ajoelhamo-nos.



           O homem pensa. A mulher sonha.
           Pensar é ter cérebro. Sonhar é ter na fronte uma auréola.
           O homem é um oceano. A mulher um lago.
           O oceano tem a pérola que o embeleza.
           O lago, tem a poesia que o deslumbra.
           O homem é uma águia que voa. A mulher um rouxinol que canta.
           Voar é dominar os espaços.
           Cantar é conquistar a alma.



           O homem tem um fanal: a consciência.
           A mulher tem uma estrela: a esperança.
           A consciência guia e a esperança salva.
           Enfim, o homem está colocado onde termina a Terra.
           A mulher, onde começa o Céu!



                 * VICTOR HUGO *


           O Poema de Victor Hugo foi copiado da RIE -
                   Revista Internacional de Espiritismo                          

RETRATO DE HERODES.

                  Belém, 22 de Abril de 2011.
         

          Há longos anos já nos pés da Palestina
          Pusera uma grilheta o Imperador romano.
         Que poderio tinha essa ave de rapina!
         Bastava a asa abrir no topo da colina
         E sacudia a terra, o ar, o oceano…

        Ora, na Palestina Herodes era o rei.
        Simples testa de ferro, um mísero vassalo,
        Este rei se vendera a Augusto e sua grei,
        E agora ao povo hebreu impunha a nova lei
        Com a ponta da espada e as patas do cavalo!


        O déspota cruél matara os seus rivais,
        Alguns filhos, cunhado, esposas puritanas,
        E para proteger seus dias joviais
        Cercou Jerusalém com pedras colossais,
        E só abria a porta às legiões romanas.

        Embora fosse ateu e desprezasse o rito,
        Para agradar o povo e tê-lo mais à mão
        Ergueu pra Jeová um templo de granito,
        Mais belo que os de Roma e maior que os do Egito,
        E fez da Palestina um ponto de atração!


        E pra compensar Roma a inteligente hiena
        Perspicaz construíu com fabulosa pompa
        Um circo resplendente, um olímpica arena,
        E convidou Augusto à contemplar a cena,
        As lutas bestiais aos repiques das trompa!…

        Temia o velho rei perder a majestade,
        Por isso não dormia e tinha até visões!
        No silêncio do quarto ele via a verdade,
        Espíritos rivais na meia claridade
        Caírem sobre si com lanças e arpões!


        E esses vultos febris, fantasmas de gigantes,
        Tendo ainda no corpo as marcas da tortura,
        Tiravam-lhe a coroa e riam, trovejantes,
        Ao ver do rei tirano os olhos suplicantes,
        A boca retorcida e o corpo com tremura!


        Mas no dia seguinte agarra-se ao trono…
        E proibiu o povo andar em grupo à noite!
        A coroa era sua e o trono tinha dono!
        E aumentou a polícia e aumentou-lhe o abono,
        E foi ver as prisões erguendo um grande açoite!

        E Herodes, o obsidiado, ouviu o comentário
        Que o faria rugir, tempestuosamente!
        Nascera em Palestina um Divino Emissário,
        Libertador do povo, um revolucionário,
        A quem vieram ver os Magos do Oriente!


        A treva preparara a armadilha fatal;
        E Herodes já em transe ergueu-se, furioso,
        Sem perceber em torno espíritos do mal,
        Com rosto de animais, os reis do baixo Astral,
        A injetar-lhe fluido escuro e vaporoso!


        O transe era perfeito; e o médium, exaltado,
        Convocou com urgência os seus milicianos:
        Iriam degolar com a espada ou machado
        Na cidade, no campo, em qualquer povoado,
        Bebês angelicais com menos de dois anos!

        Mas fracassou da treva a luta contra a Luz.
        José em sonho ouviu mensagem do Infinito:
        “_ Herodes já procura o Anjo de olhos azuis!
        Fuji com vossa esposa e o menino Jesus
        Montados num burrico em direção do Egito!”


        Não ouso descrever dos pequenos heróis
        A morte tão brutal na mão dos vis guerreiros!
        Que triste essa manhã… Calaram os rouxinóis…
        Mas essas Almas hoje esplendem como sóis,
        São mártires do Cristo! Os mártires primeiros!…


        Poema inédito de Guerra Junqueiro recebido
              
 mediunicamente por Jorge Rizzini.


        Matéria extraída da revista RIE(Revista
                 Internacional de Espiritismo).  



              

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O DESEJADO DE TODAS AS NAÇÕES

         Belém, 14 de Abril de 2011.


    "No princípio era o Verbo,
     e o Verbo estava com Deus".
    João 1:1

    " Abalarei todas as nações, e 
     o desejado de todas as nações
     virá, e encherei esta casa de
     glória".
    Ageu 2:7


    A PERSONALIDADE do Mestre é ainda uma incógnita para quantos se fazem apologistas de sua vontade. a razão desse fato é a grandeza da alma do Senhor, que transcende a evolução de todos os espíritos que se encontram comprometidos com o planeta Terra. A grandeza e excelência desse avatar cósmico só pode ser compreendida mediante comparações.
    É um espírito puro, e, para se divisar a magnitude de sua alma cândida e bela, é preciso compreender o grau de evolução que tinha antes da formação do vosso mundo; analisar sua relação com seus contemporâneos; visualizar a extensão de sua mensagem renovadora.
    Ele existia desde épocas imemoriais. De onde viria? Qual mundo foi o palco de suas lutas, de seus anseios, de sua história? Não importa. Com certeza os mundos que o viram crescer e nos quais caminhou sobre a superfície não mais exístem; estão dispersos na poeira cósmica. A alma de Jesus paira entre as estrelas,  numa espécie de holo-existência. Seu ser banha-se na luz das luzes, pois ele próprio é o ser, cuja existência supera todos os conceitos que se possam fazer a seu respeito.
    "No princípio era o Verbo". Sua mente manifestou-se  em  determinado quadrante do espaço. Sua forma? não se sabe. compreende-se apenas que era um ser puro; pura Consciência. Luz imortal, consciência sublimada e artífice espiritual que servia  sob  a  ação  direta  do Criador Supremo. Manifestou-se a sua força mental. Concentrou as energias do seu pensamento e a sensibílidade de sua  alma, agregando em torno de si os fluidos cósmicos, a matéria primordial.
     Inicialmente formou-se o turbilhão de matéria em estados inconcebiveis para o conhecimento do homem terreno. Sua mente fecundou os fluidos que atraía a si, e durante determinado período,  na eternidade de sua existência, o turbilhão cósmico condensou-se.  Nascia a nebulosa solar.
     Pela força do pensamento sublime que irradiava, convocou  outras mentes, outras consciências. Eram seus prepostos. O espaço nimbou-se de luz. Eram as luzes da grande luz do Princípio. Aqueles  eram seres cujas vidas estavam indissoluvelmente ligadas aos  objetivos sublimes da evolução. Trabalhavam de acordo com as leis estatuí-das pelo Todo-Poderoso.
     Ele, o Divino Verbo, concentrou-se ainda mais. Sua mente  crística elaborou leis, estatuiu as fronteiras cósmicas do sistema  nascente. Sua aura magnética estabeleceu os limites siderais desse sistema cosmogônico que nasceria sob sua amorável proteção. 
     Na intimidade de seu ser projetou as bases da evolução e, juntamente com os espíritos da esfera crística, definiu as leis, as distâncias, a força e a energia. No imenso laboratório da nebulosa solar, desenvouveu os princípios nos quais se basearia a vida ao longo dos milênios.
     Intensificou seu pensamento e com seu conhecimento e poder derramou-se por inteiro dentro da nebulosa inicial, que, não suportando a pressão da energia mental superior, explodiu, dando orígem ao sistema.
     Do centro desse turbilhão desprenderam-se as partes, outros turbilhões de massa cósmica que foram lançados ao frio profundo do espaço e foram aos poucos se solidificando, formando o berço das humanidades que abrigariam.
     Um mundo diferente surgia. Em meio às forças titânicas desencadeadas pela ação de sua mente poderosa, energias imensas eram manipuladas. Ele, como a expressa imagem da Divindade, recebia, em meio à matéria ecaldante do mundo nascente, o princípio da vida que descia vibratoriamente da mente e do coração do Criador. Em suas mãos foi elaborado o programa evolutivo das mônadas divinas.
     O caos parecia ser a ordem do mundo nascente. Impossibilitado de abrigar a vida conforme os padrões atuais, o mundo era apenas um organismo pulsante no turbilhão das forças em explosões de energia.
     Nessa época remota ele definia as dimensões da massa planetária. O mundo transformava-se, sob sua orientação, em imenso laboratório da vida, que germinava em formas difíceis de conceber, devido à natureza das forças que atuavam à época.
     Com sua sabedoria formou a realidade etérica do mundo e com seu conhecimento estruturou as formas supradimensionais do planeta nascente. Assistido por outras consciências, trabalhou, na matéria extrafísica e nos fluidos em ebulição, as leis que presidiriam a evolução em outros planos do novo mundo.
     Sua alma antevia o gozo indizível de ver o resultado da obra nos milênios que se sucederiam. Visualizou o futuro e o despertamento da vida nos vários estágios em que se manifestaria; sentiu a alegria de ser o responsável direto pela evolução do mundo.
     Seu espírito pairava sobre a superfície das águas. Era o princípio; o primeiro dia do mundo. O planeta estava preparado para receber a fecundação da vida.
     Desde esse momento sublime na história cósmica, ele concentrou-se na intencidade de seu amor e, irradiando seu pensamento divino, pulverizou com vida o planeta que abria seu útero para a fecundação do espírito. O abismo das águas ainda ferventes era a madre geradora, o útero planetário, fecundado pela força dinâmica de seu espírito para albergar a mônada divina, o princípio espiritual. Iniciar-se-ia assim a longa caminhada evolutiva dos filhos da Terra. A matéria fora fecundada pelo espírito, e o Cristo a tudo presidia, trabalhando na intimidade da vida, dentro do laboratório do mundo.
     Sua alma deleitava-se com o resultado antevisto em seu pensamento e abrigado carinhosamente em seu coração luminoso. Ele foi o princípio da criação. Ele era a luz do princípio, o Cristo Cósmico, o Verbo do Senhor.
     O tempo passou. O aqui diluiu-se na eternidade, e o agora se fez presente na contagem eterna dos eventos evolutivos. Novos tempos, nova vida, novas experiências.
     As vidas de todos os homens estavam vazias de elementos superiores. o Homem terrestre estava com fome de Deus e sede de sua misericórdia. Em todas as nações da Terra se ouvia o clamor das multidões, o desespero dos povos. A idéia de Deus e de seu poder carecia de maiores elaborações, da força moral do exemplo.
     No contexto dessa necessidade é que foi preparado o caminho para a encarnação do Verbo Divino. Jesus, o Divino Avatar de todas as eras, assumiu a forma espiritual dos filhos dos homens, até que, no tempo adequado, conforme foi previsto no Grande Plano Cósmico, assumiu definitivamente a natureza humana, pela maternidade abençoada de Maria de Nazaré.
     A presença de Jesus na paisagem do mundo é a resposta de Deus às tormentosas lágrimas dos filhos da Terra. Quando ele aproximou-se vibratoriamente do vosso planeta, preparando-se para encarnar entre vós, sua aura exerceu poderosa influência sobre os destinos das nações. Por isso, foi ele denominado "o desejado de todos os povos". Por onde passou deixou um rastro de claridade, iluminando a noite dos anseios de todos os homens.
     Quando ele chegou, a humanidade dormia. O sono que representava a fuga dos deveres espirituais embalava os povos de então.
     Ele foi recepcionado por representantes dos povos redimidos da Via Láctea, que cantaram em sua homenagem, preparando a paisagem terrestre para receber o Governador dos Mundos. A presença desses seres iluminados na noite profunda da morada humana foi pressentida como uma imensa estrela que conduziu os representantes dos povos terrestres ao trono humilde da manjedoura.
     Inspirados por um ideal superior, pregado mais tarde pelo Mestre, espíritos de alta estirpe sideral mergulharam na carne para abrilhantar com a eloqüência de suas vidas a cantata de amor do Evangelho. Agostinho de Hipona, Orígenes, Eusébio, Proclo, Porfírio eram auxiliados diretamente pelos espíritos superiores, que da erraticidade acompanhavam o desenvolvimento da Boa Nova nos corações atormentados. A Terra deveria libertar-se da noite medieval da ignorância, mediante as claridades dos ensinamentos de Jesus da Galiléia.
     A vida do Nazareno é a história de um grande amor. Antes de ele chegar, a humanidade conheceu homens belicosos que fizeram a Terra fraquejar ante sua arbitrariedade e poder destruidor. Antes dele, Cambise e Nabucodonosor atravessaram a Ásia e conquistaram os povos mediterrâneos sob seu poderio avassalador; as tropas de Ciro, o Medo-Persa, e de Alexandre, o Grande, submeteram o mundo antigo aos seus governos desgovernados. Cipião, o Africano, ou Júlio Cesar, o Divino, antes da chegada do Senhor do Mundo saquearam os países da Antigüidade e os submeteram às conquistas ensandecidas do jugo romano. Entretanto, seus nomes apenas fazem parte dos vossos livros de história, havendo suas figuras passado à memória de seus comteporâneos como homens de poder. Baixaram, como os demais, à noite fria do sepulcro, e a morte os devorou a todos, não lhes perdoando a violência com que trataram os seres que se haviam submetido ao seu jugo.
     Depois da vinda do Cristo planetário, a humanidade achou-se mergulhada nos tormentos das conquistas, assolada pela beligerância dos reis e soberanos de todas as épocas. Mesmo após dois mil anos de história, a humanidade que se diz cristã não lhe compreendeu a grandiosidade do ensinamento de amor. Cristãos digladiam entre si, e aqueles que se dizem apologistas de sua mensagem divina continuam na mesma disputa pelo poder que caracterizou os governantes do passado. Átila, Constantino ou Alarico, que espalharam no mundo o pranto e as lágrimas como troféu de suas conquistas, estão sendo copiados pelos modernos cristãos quando, não compreendendo a mensagem renovadora do infinito bem, querem, aparecer nas galerias efêmeras do mundo, em contraste com a humildade e pureza do amor do Mestre.
     Todos os heróis das lágrimas alheias passaram; permanecem lembrados somente nas enciclopédias humanas, que esconderam a verdadeira face dessas almas desequilibradas pelo poder da guerra e da destruição. As guerras santas, a Inquisição, a noite triste de São Bartolomeu, a Revolução Francesa, as Primeira e Segunda Guerras Mundiais e todos os homens e todas as batalhas e conquistas não conseguiram empanar as belezas do amor de Jesus, que brilha entre todos os séculos e no meio das disputas humanas, através das grandes almas que vêm à Terra periódicamente, ilustrar a safirina luz do seu
legado de amor.
     Jesus, entretanto, veio discretamente entre os símples e humildes, disfarçado com as vestes rotas de um bebê que chorava entre os mugidos dos animais, nas palhas murchas e molhadas de uma manjedoura que fora transformada em trono do Sistema Solar. Ele foi coroado com o brilho discreto das estrelas do firmamento, que lhe cantavam a gloriosa entrada no panorama terrestre através da porta da simplicidade e da discrição.
     Numa cidade pequena, esquecida entre as montanhas da Palestina, foi visitado por representantes dos poderes e das filosofias do mundo, que se curvaram perante ele, o divino filho das estrelas. somente com o seu choro de criança conquistou todos os domínios humanos. Com a simplicidade de sua voz infantil, o excelso Mestre tocou a maior sonata de amor que os habitantes do mundo puderam um dia ouvir em sua morada de desterro. Sua presença no cenário de vosso mundo se fez caracterizar por uma plêiade de seres luminíferos. Espíritos redimidos de Sírius, Aldebará e Antares; Seres da mais alta estirpe espiritual e representantes de vários mundos felizes da Via Láctea desfilaram na atmosfera terrestre cantando "Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens de boa-vontade". Era uma cantata de amor que se fez ouvir nas terras do terceiro planeta, a pátria do exílio, quando uma nova era foi inaugurada sob o Sol Invicto da doce presença de Jesus.
     Na paisagem bucólica das montanhas da Galiléia, nos montes floridos das cidades de Judá ou nas planícies do além Jordão, sua foi a voz que fora ouvida enaltecendo as belezas da imensidade, na harpa sublime da caridade.
     Os mais eminentes historiadores e estudiosos não têm explicação para os momentos de paz que desceram à Terra e produziram um hiato na história das batalhas humanas. Ao aproximar-se vibratoriamente do planeta terreno, a aura cósmica do Divino Enviado amorteceu o impacto das guerras, que foram cedendo aos poucos ante sua influência benfazeja. O poder falido dos homens foi diminuindo, e rebaixada a altivez dos considerados nobres em todas as nações terrenas. ante a aproximação do Celeste Mensageiro que encarnava na Terra, o poder das trevas cedia e recuava, pois se via vencido pela força dinâmica de seu amor imortal. Espíritos e homens curvavam-se e silenciavam-se diante da proximidade do Menino-Rei. Nada mais explica o hiato observado nos tempos de guerras, quando a águia romana se arvorava ao poder desmedido entre as nações do planeta.
     As mortes das pessoas escravizadas pelo poder eram celebradas, nas lutas e guerras cruentas que serviam para mascarar a penúria em que viviam os pretensos dominadores dos povos. Obedecendo a um planejamento do Alto e sob a inspiração das esferas superiores, os métodos da política dos povos foram aos poucos cedendo, com a derrocada dos poderes humanos.
     O mundo se preparava para ouvir as vozes do Infinito e receber a mensagem cristã, abrindo suas portas para a cantata da paz, nas vozes de homens que modificariam para sempre os destinos do mundo.
     Despontou sob a influência do Messias a grandiosidade de Paulo, que desbravou as nações terrenas para serem conquistadas definitivamente pelo poder renovador do Evangelho.
     Nesse período a Terra fez um grande silêncio para receber Jesus. Os tambores que comemoravam as guerras foram silenciados diante da voz do Mestre. Os estandartes das nações foram arriados diante da figura excelsa do Sublime Mensageiro. O Embaixador Estelar
libertou as criaturas terrestres do pântano de suas provações e, com sua cantata do Evangelho iluminou as cordas sensíveis de todos os corações humanos, libertando os filhos da Terra da agonia de tempos difíceis. Com sua voz, enauteceu a imortalidade e propôs um hino novo de júbilo para inaugurar a nova era da fraternidade. Ele, o excelso rabi, foi caminhando entre os filhos dos homens, quando todos se curvavam diante do poder de seu amor invencível.
     Encarnando entre os povos de vosso planeta, o Cristo Cósmico proporcionou a maior lição de amor, de caridade e de fraternidade que o mundo jamais vira e que jamais esqueceu. Semeou estrelas no coração do mundo. Assumindo um corpo físico em tudo semelhante ao dos filhos dos homens, deu a todos os humanos o poder de se transformarem. Elevou-se  ao infinito com o espírito iluminado pela vitória de sua vida de amor. Depois de sua passagem, a paisagem da terra transformou-se de tal maneira que os povos e nações foram aos poucos sendo influenciados pelo pensamento elevado de sua mensagem transformadora. canhões que antes cuspiam balas aos poucos foram e estão se transformando em vasos de flores. Não se pode imaginar a história do mundo sem a influência do pensamento de Jesus.
     Quando os seguidores mais próximos do Mestre retornaram para o País da Luz Imortal, os homens começaram, então, a tentativa de macular sua doutrina com filosofias humanas. Entretanto, apesar de todas as investidas das trevas para desfigurar a pureza da mensagem cristã, nada nem ninguém conseguiu embaçar a grandeza e a simplicidade do "amai-vos uns aos outros".
     Atualmente, todos os códigos de leis de vossa humanidade sentem de certa forma a influência do pensamento cristão. Direitos humanos, direitos da mulher, códigos de conduta, constituições de vossos povos, tudo tem sentido a influência dos ensinos de Jesus, e embora vós não o percebais direito, a Terra está se transformando lentamente, em direção a um futuro melhor. Em breve o panorama do vosso planeta estará plenamente renovado, pois é da lei do amor, pregada e vivida pelo Cristo, que a transformação moral seja lenta, porém segura, para não compactuar com a violência dos homens.
     Não percebeis ainda conscientemente as transfomações que se foram operando ao longo dos séculos sob a influência dos ensinamentos de Jesus.
     Os reinos do mundo, aos poucos, são conquistados pela soberania da sua mensagem de amor. Jesus Permanece como farol dos séculos e milênios, apontando o caminho das estrelas para o homem terreno, pois ele é o desejado de todas as nações.

    
          Matéria Copiada do Livro
             GESTAÇÃO DA TERRA
         
          Médium : ROBSOM PINHEIRO.

          Espírito: ALEX ZARTHÚ.
























    











            




































    

      




  





           











                            

domingo, 10 de abril de 2011

Unir-se a Deus!

                    Belém, 10 de Abril de 2011.

            Supera a ti mesmo.
           Reúne Todas as forças e prepara o teu ser integral para um exercício de elevação. Põe-te "de joelhos" espiritualmente, dobra o teu querer humano perante a Divindade, deixa escapar do teu peito uma sentida prece e reconhece-te parte do grande Deus. Celebra com Ele a tua filiação e faze vibrar a tua centelha interior.
Assim fortaleces a tua alegria e aumentas a paz. Deus, que te sente, recebe o teu vibrar e expande sobre ti bem-estar e prosperidade.
          Sê com Deus um único ser, uma unidade, uma só vibração, uma mesma energia, e aproveita a força que nasce do teu contato com Ele.
          SENTE-TE FELIZ.
          Deus é a maior alegria que exíste.
 

                Mensagem Extraída do
                       Livro de Bolso
                      Sempre Alegre.

               Autor : Lourival Lopes.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

BEM PENSAR


                Belém, 07 de Abril de 2011.


          Por que pensar positivamente?
          Quando pensas positivamente, todo o teu ser “se prepara” para a vinda de uma coisa boa e agradável, as forças do teu espírito se alegram, e, se continuas a bem pensar, elas se fortalecem e te dão segurança permanente.
          Se, no entanto, pensas negativamente, as tuas forças se põem “em defesa”, à espera de algo mau e agressivo. E, se prossegues pensando assim, as forças, de tanto ficarem em defesa, enfraquecem-se, encaminhando-te à doença e ao sofrimento.
          Pelo teu pensar atrais o bem ou o mal, a saúde ou a doença, a paz ou a intranqüilidade, a alegria ou a tristeza.
          PENSA BEM.
          As tuas forças te pedem que as uses com bons pensamentos.


          Mensagem Extraída do Livro
                  Sempre Alegre.


                  Lourival Lopes

terça-feira, 5 de abril de 2011

Um Pouco de Deus!

                Belém, 05 de Abril de 2011.

        Amigo.
       Deus segura voçê pela mão, retira-o dos maus tratos,
traz voçê à reflexão. Inspira o seu pensamento,  transfor-
ma o seu coração, reduz o seu orgulho e penetra  na  sua 
alma.
       Deus não tem hora, não espera a vez, só busca o me-
lhor.
      Deus, com todo carinho, fala ao seu ouvido, ouve as
suas palavras, diminui as suas necessidades, ama-o infini-
tamente.
      Assim é Deus.
     E quando voçê quiser conhecer a Deus vá buscá-lo no
mais profundo  de voçê mesmo.

     Mensagem extraída do Livro,
    Sementes de Felicidade.
    Lourival Lopes 
Belém, 5 de abril de 2011.

Segue em frente.
Mesmo que ajam tropeços na solução dos problemas, mesmo que tudo pareça noite escura e solidão.
Não vacile. Vá em frente.
Passe por cima das pedras do caminho.
Lute com todas as forças.
Confie fortemente em si mesmo e na Providência Divina. As dificuldades aperfeiçoam-lhe a alma.
Não tema.
Deus, que lhe acompanha os passos, confia na sua vitória.

Mensagem extraída do Livro
Sementes de Felicidade
Autor: Lourival Lopes.