segunda-feira, 27 de junho de 2011

A INICIALIZAÇÃO ESPIRITUAL DOS POVOS DA ANTIGÜIDADE I.


“Fui buscado dos que não perguntavam por
mim; fui achado daqueles que não me bus-
cavam. A um povo que não invocava o meu
nome eu disse: Eis-me aqui, eis-me aqui.”
Isaías 65:1


O Egito
O egito antigo foi palco de grandes dramas.
Em suas ruas, palácios e pirâmides os exilados da pátria celeste encontraram abrigo através das reencarnações. Como escola abençoada para os espíritos de várias procedências, cumpriu a sua tarefa no concerto das nações. Foram-se o brilho e o esplendor dos faraós, e o Egito assemelha-se, hoje, a uma candeia apagada, apenas.
Seus monumentos lá estão, atestando as idéias religiosas de uma vetusta civilização e, também, do que é capaz a força de um povo.
A crença na imortalidade da alma por parte dos egípcios deu orígem a todo um sistema de culto e à formação das castas sacerdotais. A antiga religião egípcia era um misto de crenças que se relacionavam às forças da natureza , personificadas em seus deuses. Os sacerdotes, entretanto, detinham o conhecimento superior dos chamados mistérios, que envolviam as questões de ordem espiritual. O povo, ignorante das leis do mundo oculto, adorava um panteão variado, em que imagens de deuses, heróis e reis se confundiam.
O faraó representava a reencarnação do deus Sol. Abundavam os deuses menores, e o respeito do povo pela natureza era figurado na adoração a certos animais como o boi, a vaca, o carneiro, a cabra, a serpente, o gato e uma variedade de animais domésticos. Através dessas figuras representativas, os sacerdotes procuravam orientar o povo a respeito de algumas verdades espirituais. Os espíritos experimentados que vieram de outros mundos, como, por exemplo, da constelação do Cocheiro, detinham o verdadeiro conhecimento, formando uma classe de iniciados. Em meio ao turbilhão dos deuses adorados pelo povo, remanescia, porém, a idéia do Ente Supremo, cujo nome, de tão reverendo, não podia ser pronunciado. A base desse sistema religioso e mesmo do político e social estava na crença da vida de além-túmulo.
O próprio Osíres, uma das principais divindades, veio a ser cultuado como o deus dos mortos, tendo lugar de destaque no vértice do panteão egípcio.
Os sacerdotes sustentavam a crença de que o homem era composto de várias partes, a saber: o corpo físico, sua imagem _correspondente ao duplo etérico ou Ka _ , a alma e a inteligência. A idéia da imortalidade era muito bem compreendida entre os sábios da Casa dos Sacerdotes, pois, como espíritos exilados de orbes mais evoluídos, traziam impresso na memória espiritual o germe de suas crenças. Impressionavam-se com os mistérios da natureza e estudavam suas leis, em tudo vendo uma manifestação mística do Poder Supremo.
A crença na vida além-túmulo era tão intensa que os egípcios costumavam realizar uma espécie de aordo com os familiares, para decidir a respeito do destino de seus cadáveres e da forma como procederiam ao culto dos mortos. A doutrina da reencarnação era compreendida pelos sacerdotes e magos, que conservavam como conhecimento superior, enquanto entre o povo, ela era conhecida na forma da doutrina da metempsicose.
Na antiga nação dos faraós e sacerdotes do Sol, a humanidade teve uma civilização paternal, que a conduziu nos primeiros passos da vida espiritual.
Suas crenças religiosas deixaram sua herança, influenciando outros povos de então. Os próprios egípcios herdaram da Atlândida a maior parte de seu legado religioso. Entre as ruas de suas cidades e na areia escaldante do Saara pisaram os Filhos de Deus, exilados na pátria terrestre. Sua história espiritual acha-se rica de conhecimento e das realizações dos espíritos capelinos. Hoje, quando a grande maioria dessas almas que reencarnaram nas terras do Egito já retornou à pátria celeste, aos mundos da Via Láctea, resta a memória espiritual de seus feitos. Legaram à humanidade terrestre sua sabedoria e experiências que não poderão ser esquecidas.


Os Povos Sumérios e Babilônicos
Às margens dos rios Tigre e Eufrates floresceu a soberba Babilônia. Orgulhosa e de fortalezas inexpugnáveis, apresentava-se à história das civilizações como a rainha do mundo antigo. Entre os seus reis, ressalta-se Nabucodonosor, aquele que embelezou a cidade com ricos monumentos, criando os seus jardins suspensos, considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Os escritos culneiformes dos sábios caldeus, sumérios e babilônicos atravessaram os séculos, sendo descobertos na atualidade da vossa história pelos pesquisadores e cientistas que buscam a verdade através da arqueologia. Pelos estudos recentes, chegou-se à conclusão de que as regiões da mesopotâmia abrigaram as primeiras civilizações do vosso planeta, em épocas imemoriais.
Diante de monumentos maravilhosos, dos jardins suspensos e dos palácios erguidos em homenagem aos deuses, quedavam-se as nações.
Centro cultural do mundo antigo, a Babilônia sucedeu ao Egito antigo na escola de poder dos povos terráqueos. Sob os céus da terra do Eufrates, reencarnaram espíritos que vieram brindar a humanidade com os rudimentos da matemática, da física e da filosofia. Todas as nações da Terra tiveram ou terão seu papel a desempenhar no Plano Cósmico da Vida.
Foram os sábios caldeus e babilônicos que, sob a orientação dos desencarnados responsáveis por aquela etapa evolutiva, inventaram importantes instrumentos de medição de tempo. Como também eram exilados de certos mundos da amplidão, reencarnados na terra, desenvolveram avançados estudos no campo da astronomia e ergueram soberbas construções, numa demonstração de conhecimento na área da arquitetura. Esses povos exilados traziam na alma a recordação de suas experiências transatas e embelezaram aquelas terras com importantes obras de arte.
A vida cultural estava intimamente ligada a vida religiosa. Entre as grandes realizações da Cidade das Nações, destacava-se o maravilhoso templo do deus tutelar, elevando-se a mais de cem metros de altura e tendo a sua base ocupada por imensas representações da religiosidade do povo. Era um monumento dedicado a imortalidade da alma.
Seus sacerdotes possuíam , como os egípcios, a noção e o conhecimento do Ser Supremo.
Entretanto, a multidão que não era iniciada nos mistérios divinos, adorava outros deuses, muitas vezes sangüinários, incentivada pelos sacerdotes irresponsáveis da época. A Babilônia foi uma das nações da antigüidade consideradas mais ricas em superstição e em ídolos cultuados pelo povo. A mediunidade foi, de forma especial, cultivada nessas almas; porém em meio às manifestações do mundo espiritual, abundavam o misticísmo exagerado, os advinhos, os necromantes e os astrólogos. Era o esoterismo do mundo antigo.
Os babilônicos impressionavam-se com os mistérios da vida além da sepultura. Acreditavam intensamente na imortalidade da alma e na comunicação com os chamados mortos.
Essa crença na sobrevivência da alma foi motivo de todo o seu sistema de cultos. Pelas ruas da Babilônia e das demais nações mesopotâmicas, às margens de seus rios e à sombra de seus salgueiros, pisaram os pés de Daniel e Ezequiel, os profetas do cativeiro hebreu. Os assírios e os caldeus tinham crenças semelhantes aos povos da cidade orgulhosa, e suas pretensões de domínio, como as da Babilônia, viram-se caídas na poeira do tempo, aguardando outras oportunidades de realizações nos séculos de experiências planetárias. Foi também escola de almas, no grande plano da evolução das consciências humanas.


MATÉRIA EXTRAÍDA DO LIVRO:
GESTAÇÃO DA TERRA.
MÉDIUM: ROBSON PINHEIRO.
AULTOR ESPIRITUAL: ALEX ZARTHÚ.

A INICIAÇÃO ESPIRITUAL DOS POVOS DA ANTIGÜIDADE II.


“Fui buscado dos que não perguntavam por
mim; fui achado daqueles que não me bus-
cavam. A um povo que não invocava o meu
nome eu disse: Eis-me aqui, eis-me aqui.”
Isaías 65:1


Os Medos e os Persas
Inspirados pelos espíritos de antigos sacerdotes da Atlândida e do Egito, os antigos medos cultuavam o Sol e seus ritos. Embora cheios de superstição, ensinavam a crença na sobrevivência do espírito.
Ahura Mazda era o deus da luz e do eterno bem, em torno do qual foi sendo estruturada a sua religião, o Masdeísmo. O mal era representado por Ahriman ou Arimã. Tinham conhecimento de rudimentos das leis espirituais, principalmente da lei de causa e efeito. A influência dos judeus atingiu de forma especial os medos e persas, porém seu conhecimento ia um pouco além, no que concernia às questões espirituais, a vida no Além. O Masdeísmo apresentava-se, já naquela época, como uma religião que trazia concepções filosóficas mais elevadas, pois os espíritos reencarnados entre aqueles povos, como os sacerdotes-médiuns, já estavam mais experimentados em outras vivências, em outras regiões.


Zaratrusta, ou Zoroastro, foi o grande emissário do mundo espiritual que reencarnou na época, insurgindo-se contra o culto aos deuses e seus sacrifícios cruéis. Foi mal compreendido pelos seus biógrafos, que não conseguiam ver além das aparências e dos comentários de seus opositores. O Avesta, seu livro sagrado, traz ensinamentos mais espiritualizados, e, por influência dos escritos desse livro, o Masdeísmo tornou-se a religião oficial da antiga Pérsia.
Não gostavam de ídolos nem templos, e o culto doméstico era incentivado, para proporcionar oportunidades de os deuses(ou espíritos) se manifestarem e fortalecerem os laços familiares. Para esses irmãos do passado, a imortalidade da alma era um dogma; não era jamais contestada. Os conceitos de castigos e recompensas de acordo com as obras e realizações eram amplamente difundidos e ensinados. Acreditavam na regeneração da Terra pela prática do bem, pois traziam na memória espiritual as lembranças desses ensinamentos, de períodos que antecederam a experiência física.
Naturalmente, esses lances da história espiritual e mesmo alguns fatos materiais referentes a esses povos permanecem ocultados pelos historiadores de vossa época, ou deturpados, conforme os interesses de cada classe. A história espiritual, porém, obedece à realidade; nos registros do mundo espiritual, permanece indelével, a história dos povos e civilizações. Dessa forma, podeis observar como o conhecimento espiritual veio passando de povo em povo, obedecendo naturalmente à posição evolutiva de cada um, até chegar nos dias atuais. O mundo nunca teve a sua história esquecida pelo plano espiritual. Sob a amorosa orientação de Jesus, espíritos iam e ninham, reencarnando entre as nações da Terra, promovendo o progresso e a evolução.
Lenta, porém segura, a evolução do pensamento vem marchando sob a paternal proteção daquele que é todo amor e bondade. Nenhum povo ou nação do planeta ficou desamparado. Nenhuma etapa da vossa historia ficou sem sentir de perto a influência dos prepostos de Jesus.


A Grécia
A cultura grega, mais próxima do pensamento das nações modernas, influenciou grandemente o destino dos povos. Ainda hoje sua filosofia é estudada e apreciada nas cátedras do mundo. A grandiosidade do país de Sócrates e Platão influenciou de tal maneira os povos da atualidade que o seu vocabulário passou a ser utilizado por modernos estudiosos do pensamento. Terra de deuses e heróis, o país dos imortais recebeu de forma intensa as inspirações do Alto, através de vários emissários reencarnados no solo da nação grega.
A crença na imortalidade do espírito e no contato com os seres desencarnados manifestava-se nas artes, na literatura e nas filosofias. Por todo lugar se encontravam os oráculos, com suas sacerdotisas-médiuns, denominadas pítias.
A mitologia nasceu na alma dos gregos como uma necessidade de explicar fatos ocorridos no cotidiano. Em meio às suas figuras, sobressaía o ensinamento espiritual. Os gregos mantinham um profundo respeito pela alma humana, manifestando-se a sua crença na imortalidade através dos mistérios de Elêusis. Os grandes filósofos eram imortalistas e acreditavam na reencarnação. Suas idéias religiosas e filosóficas promoveram a união entre o Ocidente e o Oriente, auxiliando o progresso de ambos.
Se a riqueza e a religião da Grécia permanecem sepultadas no passado, sua sabedoria e ensinamentos sobrevivem hoje nas universidades, conduzindo grande parte do pensamento moderno por meio de sua filosofia. O país da Hélade permanece como berço da maioria das idéias da civilização moderna. Sobrevive na alma das nações terrestres a inspiração dos sábios gregos, e sua história imortalizou-se na história de todos os povos ocidentais. Grandes espíritos reencarnaram no solo abençoado da Grécia, dando ao mundo a sua contribuição para a gestação do novo homem, da nova Terra.


Matéria extraída do Livro:
Gestação da Terra.
Médium: Robson Pinheiro.
Autor Espitual: Alex Zarthú.

INICIAÇÃO ESPIRITUAL DOS POVOS DA ANTIGÜIDADE III.


“Fui buscado dos que não perguntavam por
mim; fui achado daqueles que não me bus-
cavam. A um povo que não invocava o meu
nome eu disse: Eis-me aqui, eis-me aqui.”

A Índia
As Terras dos Ganges guardam ternas lembranças das legiões de espírtos que vieram das estrelas, reencarnando no solo abençoado do Planeta, nas terras do Oriente. Sua filosofia, baseada na vida espiritual, não se furtou ao preconceito das castas, do ascetismo e das mortificações. Não se pode compreender a religião da Índia e toda a sua política sem a crença na imortalidade da alma.
A reencarnação foi ensinada desde as épocas remotas, tendo degenerado, com o tempo, na crença da metempsicose. A existência dos avatares faz parte da filosofia das diversas religiões da Índia: de tempos em tempos, um espírito experimentado, considerado uma grande alma, assume um corpo físico e desempenha uma tarefa educativa entre o povo. O Vedas ensinam a existência da alma, ser imaterial, que peexiste e sobrevive à experiência física, podendo, segundo ensinam, reencarnar ora como homem, ora como animal.
Em meio às superstições que foram incorporadas às diversas filosofias, sobrevive a certeza da imortalidade, da vida futura, da reencarnação e da evolução do ser.
Inicialmente, a religião indiana era destituída de ritos e templos, segundo os arquivos do mundo espiritual. Representava a fé dos piedosos povos capelinos na vida da alma, em Deus e na futura regeneração através das reencarnações. À medida que esses povos retornavam aos seus mundos de orígem, a religião foi sendo deturpada, e, com o tempo, foram criadas outras, que copiavam as antigas, acrescentando-se o profundo sentido místico e esotérico que hoje caracteriza as religiões indianas.
Grandes espíritos experientes têm reencarnado no solo abençoado da Índia, na tentativa de chamar o povo para as verdades espirituais. Siddharta Gauttama, o Buda, Krishna e o Mahatma Gandhi, bem como Swami Sathya Sai Baba são apenas alguns que têm descido do plano espiritual com missões de despertamento e reeducação daqueles povos orientais. A região tem sido palco de dramas dolorosos, e o Plano Maior tem visto na Índia atual um grande berço de almas, um lugar onde muitos espíritos têm sido iniciados em algumas questões espirituais. Resta, em meio às superstições acrescentadas ao longo dos séculos, a crença firme na imortalidade gloriosa, na redenção final através dos méritos próprios, na reencarnação e na evoluçaõ das almas, rumo à grande síntese que nos aguarda no futuro: a libertação do maya, a grande ilusão da vida, e a integração no nirvana, a suprema ventura dos seres redimidos.
O mundo espiritual trabalha intensamente para o despertamento dos povos do Oriente e sua integração com os outros povos do planeta. Jesus, supremo avatar de todas as eras, traz esses povos na conta de sua divina misericórdia, sob a amorosa proteção de Maria.


A China
Fechada em seu sistema filosófico-religioso e no racismo que foi gerado ao longo de sua história milenar, a China prosseguiu sua caminhada mantida pelas tradições de seu povo, de certa forma longe das outras nações do orbe. Dominada pelas superstições, a religião chinesa casou-se com a filosofia secular, abraçando o povo em sua fé símples. Mergulharam na magia e nas artes de advinhação.
Os reis eram considerados representantes do poder divino; após o decesso físico, seus espíritos eram adorados como deuses. O culto dos antepassados sobreviveu ao chamado da espiritualidade, quando, em outras épocas, a mediunidade era cultivada entre seu povo.
Lao-Tse e Confúcio foram os filósofos que tentaram transmitir ensinamentos a esse povo, influenciando largamente a sociedade chinesa. Suas religiões, o Taoísmo e o Confucionísmo, foram, com o transcorrer dos tempos, deturpadas em seus fundamentos mais símples e misturadas com as superstições do povo. O remanescente desses ensinamentos sobreviveu ao longo das gerações e ramificou-se em outras tantas religiões.
O povo chinês não foi deixado desamparado pelo Alto. Emissários do Plano Superior reencarnaram de tempos em tempos, na tentativa de abrir as mentes do povo para as verdades eternas.
Com o aparecimento dos missionários budistas, a China experimentou, no início da era cristã, um novo alento. Os ensinamentos da nova religião penetraram fundo nas almas símples dos chineses, principalmente fazendo firme a crença na sobrevivência da alma e a observância das regras básicas do bem-viver. Hoje, a religião chinesa une vários elementos, antes discordantes, mas o seu povo alimenta firme a fé na imortalidade; em meio as superstições, encontra-se a certeza da sobrevivência e as recompensas e punições do outro lado da vida.
O Alto envia sempre os recursos de acordo com as características do país e a época evolutiva em que vive o povo. Por isso mesmo, os diversos povos do Oriente foram chamados pelo Alto, de formas diferentes, a se integrar com o Ocidente, a fim de traçarem experiências que resultem em aproveitamento para ambos. A evolução e o despertamento dos espíritos da Terra deve se realizar sob o signo da fraternidade universal.


O Japão
Os primeiros encontros do povo japonês com a civilização dos chamados brancos levou-os ao desânimo quanto as tentativas de aproximação com o ocidente. Mantiveram-se os japoneses fechados em seu próprio mundo.
Inspirada pelo plano invisível, a celebre esquadra de Perry abriu as portas do Japão para a chegada do Ocidente. Desde então, sob a supervisão dos emissários de Jesus, processou-se uma abertura total às idéias e filosofias ocidentais.
O povo japonês, rico em tradição e cultura milenar, desde épocas remotas, foi iniciado nas questões espirituais por espíritos que reencarnavam em seu meio. A idéia da imortalidade foi implantada nas mentes e nos corações do povo japonês, e sua religião acabou por se confundir com as cerimônias místicas e misteriosas. Desde os primeiros momentos de sua civilização, o culto dos antepassados sobrevive como iniciação nas questões do espírito. Dominando tudo, está a crença na vida após a morte. Foi a China que conduziu ao Japão os ensinamentos do Budismo e do Confucionismo, formando um clima psíquico especial na região das ilhas sagradas.
Naturalmente, a crença do povo, unida a tradição milenar, foi aos poucos incentivada, sobrevivendo aos séculos e impregnando o espírito japonês com idéias imortalistas e reencarnatórias.
Não procuremos visualizar esses povos do Oriente pela mesma cartilha na qual os ocidentais têm estudado nos milênios de civilização.
Para cada povo, uma parcela da verdade, apresentada de conformidade com sua capacidade de absorver a luz que vêm do Alto. Em todas as religiões e iniciações do planeta exíste a doutrina da imortalidade: É o elo sagrado que as une. Entretanto, somente com o tempo poderemos ver o amadurecimento de todos os povos, à medida que o homem terreno derrubar as barreiras e preconceitos, estabelecendo a fraternidade entre todos.


Matéria Extraída do Livro:
Gestação da Terra
Médium: Robson Pinheiro.
Autor Espiritual: Alex Zarthú.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

INCOMPATIBÍLIDADE DE NATUREZAS

Será que vale à pena saír em defesa dos melhores valores?!
Será que vale mesmo à pena, abraçar uma causa nobre como a da ECOLOGIA, mesmo sabendo-se que “o meio” não é pelo BEM; que a impunidade e a violência, assim como a ambição desmedida, a corupção,… estão muito fortes desde as localídades menos desenvolvidas aos grandes Centros?!
Refletindo-se de acordo com os valores mais positivos e com a razão, obtemos a afirmativa de que, se o BEM deixar de ser atuante, ele mais têm à perder do que à ganhar!
Na prática, os inimigos parecem vencer, e é grande o número de cidadãos que já desistiu das lutas, mantendo, por assim dizer, a esperança viva numa vitória distante!
Compreende-se que as atividades dos Homens tomaram desde os primeiros séculos da Era Cristã, rumos diversos do melhor que lhes foi ofertado por Deus.
Hoje, para a maioria dos Homens, é impossível solucionar-se montanhas de problemas de toda ordem que vieram se formando desde há muito.
Os interesses, de um modo geral, encontram-se bastante distantes do que, de fato, é o melhor e mais saudável para as Sociedades e para o Planeta.
Foram assassinados em Nova Ipichuna do Pará, um casal que há muito saíu em defesa do Meio Ambiente, portanto, da ECOLOGIA.
Aparentemente vou fugir um pouco do assunto, para quando à ele voltar, melhor seja compreendida a matéria em questão!
A imensa necessidade do dinheiro para a sobrevivência, mais as dificuldades que, por vezes, são intencionais, da parte dos que detêm o monopólio das atividades do trabalho, nas últimas décadas já obrigou, se assim posso me expressar, milhões de homens a aceitarem como certo o errado, como justo o injusto…, e à se corromperem diante da falta de opções para a aquisição dos bens de consumo que tinham como planos.
O POVO que soube de longe do assasinato do Chico Mendes, como era natural no Brasil, sentiu em sua alma as verdades de que ele fora vítima por animalismo, interesses sombrios, por defender uma riqueza do Planeta que para outrens nada mais era do que meio de ganho fácil.
- “Chico Mendes foi assassinado”. “Nada acontecerá com os verdadeiros criminosos”. “Nada podemos fazer”!
O POVO que soube de longe do assassinato da Irmã Dorothy Stang, devido o acontecido ser muito próximo das nossas datas presentes, exclamou:
- Injustiça, violência, coitada desta senhora,…!
Logo após ambas as mortes, tantas notícias desencontradas, versões mentirosas, versões de interesse dos comerciantes dos produtos das floresta(Madeira-de-Lei,…), versões em favor dos bons Cidadãos, dos defensores da Natureza,… dividiram, à medida em que os dias se passavam, cada vez mais o parecer e o posicionamento dos homens.
À semelhança de muitos Países na América e espalhados pelo Mundo, o Brasil, apesar do imenso número de Cidadãos que são à favor do bem, possui um histórico forte de corrupção e violência!
Presentemente, estamos estudando um novo fenômeno de corrupção.
Grande é o número de pessoas que relaxaram de seus deveres para com o bem, e em todas as Classes Sociais,
o demasiado interesse toma conta dos indivíduos.
Vêm-se formando os “Corruptos do Povo”.
Voltando gradativamente ao ponto de início, os autores dos crimes contra Chico Mendes e a Senhora Dorothy Stang, hoje encontram-se em liberdade!
Todos sabemos que, os mandatários endinheirados conseguem escapar das amarras da Justiça, e não poucas vezes, voltarem à viver como pessoas “Sociáveis”.
No caso da Irmã Dorothy, o acusado de ser o principal da quadrilha, se quer foi a julgamento e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde mora ou morava, em ótima residência com vistas para o mar.
Os condenados à trinta anos de reclusão, no caso Dorothy Stang, já estão soltos e um deles regressou para a sua fazenda onde trabalha diariamente.
Tudo está em tudo!
O que está no micro, também está no macro!
Os casos de violências de outras naturezas, passam pelo mesmo cadinho!
Devido também terem denunciados grandes fazendeiros de queimada ilegal da Floresta Amazônica,… o casal de Nova Ipichuna do Pará, segundo dizem, já estava jurado de morte.
Dentre as más práticas durante o trajeto do País rumo à Civilização Moderna, a Imprensa enganou, ao lado de bandidos Políticos e Empresariais, o Povo, mantendo-o na ignorância por muitas décadas!
“Nós, que somos bons Brasileiros, muito desejamos que os Cidadãos do estrangeiro, considerem os melhores valores que possuímos, em primeiríssimo lugar”!
É uma forma de nos auxiliarem à prosseguirmos em nossas caminhadas e em nossos melhores planos para o Brasil!
Que a violência, a impunidade, as diversas formas de corrupção, sejam relegadas para os últimos lugares em nossa Nação.
Já nos basta a tríste realidade de que muitos lutaram e morreram tentando ao menos minorá-la, e os bons Brasileiros, de uma Região abençoada pelas riquezas da NATUREZA, a Fraternidade e a Solidariedade, os bons desportistas com suas modalidades, a alegria muito bela do POVO, que ainda hoje luta por vencer ao lado das dificuldades naturais pela sobrevivência e a aquisição de melhores condições de vida e lazer.
Desaparecendo maior parte das energias negativas, da falsa imagem que os demais Países possuem da nossa Terra Natal, nossas esperanças em dias melhores e conquistas, serão fortalecidas! Nossos estudos e trabalhos serão mais ricos em energias benéficas, e nós, com os progressos alcançados, à mal-grado dos nossos detratores, ganharemos também maior entusiásmo e daremos melhor rítimo às nossas atividades!
Também isto faz parte de um conceito de ECOLOGIA superior!
E Deus e a NATUREZA, além de nós Brasileiros, devolveremos em dobro ou mais, os benefícios recebidos!
Hoje, sabe-se quase tudo sobre os fatos que atrazaram a marcha rumo ao Primeiro Mundo, e mantiveram o País fraco e vulnerável!
As falcatruas e os crimes “estão a nú”, e é comum os Cidadãos comentarem e até discutirem os problemas naturalmente, em grupos, sempre que se encontram e que é oportuno tratar deste ou daquele assunto.
Assim sendo, nenhum que realmente tenha “Culpa no Cartório”, deve alegar falta de respeito, invasão de privacidade,… menos aínda, possui o dirteito de ganhar na Justiça, por uma causa que Sabemos “perdida”.
O que vêm a comprometer sériamente Juízes de Direito, Advogados, Promotores de Justiça, Delegados de Polícia,… sob pena de compactuar com os crimes, suborno, corrupção,….
A Constituição Brasileira refere-se quase que constantemente, à Artigos, Parágrafos, Leis,… com datas diversas, tornando o livro algo muito monótono, ininteligível para a maioria, e dificílimo de se verificar um conjunto harmonioso.
Julgamos que, também aí, há muito do móvel para manter os brasileiros na ignorância de sua própria Nação.
Pais de família, Cidadãos de moral incontestáveis, milhares que fazem milhões, dizem que ao longo dos anos, as brechas para a saída pela culatra dos falsos Políticos, Empresários,… estão nas inumeráveis Emendas Constitucionais efetuadas nos diferentes Governos.
Certa vez, um Cientista Político que julgo muito competente, disse-me:
- José Roberto, não faltam Leis no Brasil; o problema não é a falta de Lei, mas a execução das mesmas.
- também, a concorrência pelo Poder têm grande parcela de culpa nisto!
- Onde um País que, cada vez mais surge um Partido Políco diferente, pode chegar à Unificação?!
- O Brasil, hoje, possui mais de dez Partidos Políticos, nos Países de Primeiro Mundo, Eles possuem quando muito quatro ou cinco.
- Os Estados Unidos da América possui apenas dois.
-Também por isso eles são superiores!
- O que têm que mudar, é a mentalidade dos Políticos e do Povo!
- O que têm que saír são estes Políticos corruptos!
Se um fruto possui uma parte estragada, este fruto não presta.
Entretanto, o Brasil é semelhante à muitas terras vizinhas, onde em cada uma delas há pomares e pomares, além de outras Culturas!
Quanto a violência e a impunidade, os brasileiros guardam forte a esperança de que um dia, estas cousas serão apenas lembranças tristes do passado!
“Esta grande divisão prova a incompatibílidade de Naturezas”.
Mas, todos se perguntam:
- Quando o BEM será mais ativo e dominador?!
- Quando estes grandes infratores das Leis, deixarão de ser beneficiados pela Justiça e pelas Sociedades?!
Meus encarecidos pêsames à família do casal.
Que procurem caminhar para frente, pois que cada amanhecer com novas flores e amizades ajudá-los-á a se refazerem do excesso de pêso que lhes foi colocado sobre os ombros.
Caminhem na certeza de que Deus, a nenhuma de suas criaturas deixa desamparada.
Que um ânimo forte e um belo horizonte surgirá em suas vidas!


José Roberto Almeida Valente