" Ao anjo da igreja de Sardes escreve: Isto diz o que têm os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas. Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, mas estás morto.
Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer, pois não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus.
Lembra-te, pois, do que recebeste e ouviste, e guarda-o, e arrepende-te. Mas se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.
Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram as suas vestes, e comigo andarão vestidas de branco, pois são dignas."
Ap 3:1-4
Apesar da situação caótica reinante no período de trevas espirituais, ainda existiam pessoas que ainda não se haviam contaminado com as práticas doutrinárias da Igreja, que há muito havia deixado oscaminhos do bem.
Espíritos mais ou menos esclarecidos haviam reencarnado como faróis, que iluminavam as trevas da Idade Média, chamando a Igreja de volta ao Cristo.
Jan Huss, Lutero, Calvino, Wycliffe e muitos outros __ que viveram nesse período difícil, em que o poder temporal da Igreja havia corrompido a fé de muitos que se diziam seguidores de Jesus __ clamavam, por meio de suas palavras e exemplos, um protesto que abalava certas estruturas do papa de Roma. Foi o período dos reformadores, quando a luz de uma nova era começou a iluminar a paisagem triste dos desmandos humanos.
A voz dos reformadores reacendeu as chamas da perseguição, e a Igreja, detentora do poder, abençoou o assassinato em massa, em nome de um Deus incompreensível, tal qual o fizera o Império Romano com os primeiros cristãos. Criaram-se instituições e companhias que matavam em nome do papa e da madre Igreja, tão somente por não suportarem a estonteante luz da verdade que começava a despontar em meio às trevas da ignorância.
A Reforma protestante foi uma preparação dos caminhos para o Consolador, criando condições para que o mundo acolhesse a vinda do Cristo através de seus emissários, os espíritos superiores, representantes de sua magnânima vontade entre os homens. Assim como a vinda do Cristo foi precedida por João Batista, que preparou os corações para a mensagem libertadora do Evangelho, a vinda do Consolador, a doutrina espírita, foi precedida pela ação da Reforma protestante, que abriu as mentes e predispôs os corações para a mensagem renovadora da terceira revelação.
Sardes estava sobre uma colina quase inacessível e era a capital da Lídia. só existia um meio de se chegar à cidade, através de uma estreita faixa de terra que se estendia para o sul. Os sardenses eram orgulhosos e jactanciosos por causa de sua autoproteção natural. Não obstante tais barreiras, foi invadida tanto em 549 como em 218 a.C. e, em 17 d.C., foi quase totalmente destruída por um terremoto. Na ocasiãoem que a carta a Sardes foi escrita, a cidade estava quase morta, porém aparentava estar viva.
Autor Espiritual: Estevão.
Médium: Robson Pinheiro.
Matéria Extraída do Livro: Apocalipse - Uma Interpretação Espírita das Profecias.
Por: Jose Roberto Almeida Valente.
Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer, pois não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus.
Lembra-te, pois, do que recebeste e ouviste, e guarda-o, e arrepende-te. Mas se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.
Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram as suas vestes, e comigo andarão vestidas de branco, pois são dignas."
Ap 3:1-4
Apesar da situação caótica reinante no período de trevas espirituais, ainda existiam pessoas que ainda não se haviam contaminado com as práticas doutrinárias da Igreja, que há muito havia deixado oscaminhos do bem.
Espíritos mais ou menos esclarecidos haviam reencarnado como faróis, que iluminavam as trevas da Idade Média, chamando a Igreja de volta ao Cristo.
Jan Huss, Lutero, Calvino, Wycliffe e muitos outros __ que viveram nesse período difícil, em que o poder temporal da Igreja havia corrompido a fé de muitos que se diziam seguidores de Jesus __ clamavam, por meio de suas palavras e exemplos, um protesto que abalava certas estruturas do papa de Roma. Foi o período dos reformadores, quando a luz de uma nova era começou a iluminar a paisagem triste dos desmandos humanos.
A voz dos reformadores reacendeu as chamas da perseguição, e a Igreja, detentora do poder, abençoou o assassinato em massa, em nome de um Deus incompreensível, tal qual o fizera o Império Romano com os primeiros cristãos. Criaram-se instituições e companhias que matavam em nome do papa e da madre Igreja, tão somente por não suportarem a estonteante luz da verdade que começava a despontar em meio às trevas da ignorância.
A Reforma protestante foi uma preparação dos caminhos para o Consolador, criando condições para que o mundo acolhesse a vinda do Cristo através de seus emissários, os espíritos superiores, representantes de sua magnânima vontade entre os homens. Assim como a vinda do Cristo foi precedida por João Batista, que preparou os corações para a mensagem libertadora do Evangelho, a vinda do Consolador, a doutrina espírita, foi precedida pela ação da Reforma protestante, que abriu as mentes e predispôs os corações para a mensagem renovadora da terceira revelação.
Sardes estava sobre uma colina quase inacessível e era a capital da Lídia. só existia um meio de se chegar à cidade, através de uma estreita faixa de terra que se estendia para o sul. Os sardenses eram orgulhosos e jactanciosos por causa de sua autoproteção natural. Não obstante tais barreiras, foi invadida tanto em 549 como em 218 a.C. e, em 17 d.C., foi quase totalmente destruída por um terremoto. Na ocasiãoem que a carta a Sardes foi escrita, a cidade estava quase morta, porém aparentava estar viva.
Autor Espiritual: Estevão.
Médium: Robson Pinheiro.
Matéria Extraída do Livro: Apocalipse - Uma Interpretação Espírita das Profecias.
Por: Jose Roberto Almeida Valente.
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