sábado, 19 de fevereiro de 2011

OUTRA IMAGEM DA AMAZÔNIA!


                       Belém, 19 de Fevereiro de 2011.
                       * Balneário a aproximadamente 75 km de Belém!
                       * Ilha de água doce.
                       * Praias de Rio com ondas, areia branquinha e belas residências!
                       * Ideal para passar o fim de semana, Férias e morar definitivamente!
                       * Outra representação do "Mar Dulce", descrito aos reis de Portugal
  pelos exploradores, na época do descobrimento do Brasil (1500DC).

                   Você conhece realmente o Brasil?!

                   E a AMAZÔNIA?
                   Você conhece de fato a AMAZÔNIA?!
                   Se você não conhece, receba de bom grado estas informações!
                   A AMAZÔNIA é uma Floresta gigantesca, rica em biodiversi-
    dades, mas fechada, inóspita, muito perigosa!
                  Não é aconselhável, portanto, programar-se para fazer Turis-
    mo pela floresta própriamente dita.
                  Para as pessoas mais fortes e com recursos necessários, pode-
    se entretanto, "explorar" as proximidades mais através de aviões e bar-
    cos que são o melhor modo de sentir-se dentro da Amazônia.
                 Outra opção, e creio ser a melhor, é fazer Turismo pelos Esta-
    dos que compõem a Região Norte do Brasil.
                 Pode-se ir de navio, lancha,… de Belém à Ilha do Mosqueiro.
                 A viagem é muito bela, e os cidadãos podem filmar ou fotogra-
    far o nascer e o pôr-do-sol em diversas paisagens dos imensos rios pró-
    ximos às matas!
                Este é apenas um exemplo em meio aos milhares de outros se-
    melhantes, se considerarmos as demais ofertas dos outros Estados da Re-
    gião!    
               Os Estados da Região Norte, preparam-se cada vez melhores para
    oferecerem o conforto e a segurança aos Turistas!
               Os dois mais adiantados são:
               O do Pará-Belém, e o do Amazonas-Manaus!


TRAPÍCHE

     
                                         
                       
                                   

PRAIA GRANDE









RESIDÊNCIA NA PRAIA DO FAROL!
     ARQUITETURA PORTUGUESA












HERANÇA PORTUGUESA
 NA ILHA!










PRAIA DO MURUBIRA!




















PRAIA GRANDE!












PALMEIRAS IMPERIAIS
NA ORLA DO MURUBIRA!


















VISTA DAS PRAIAS DO
   CHAPÉU-VIRADO E 
             FAROL!































VISTA DA PRAIA DO
        ARIRAMBA!















NO VERÃO, MUITOS ESPORTES
NÁUTICOS SÃO PRATICADOS
NA ILHA!








PRAIAS DE RIO
COM ONDAS.










CARACTERÍSTICAS AMAZÔNICAS
DA ILHA! 










MINI-GIRASSÓIS NA 
ORLA DA PRAIA 
GRANDE!









VISTA DE CIMA
DA ORLA DA PRAIA GRANDE!










PRAIA DO FAROL!














PRAIA DO MURUBIRA!












PELO VERÃO, AS PRAIAS DA ILHA
FICAM CHEIAS DE BANHISTAS.
O MÊS DE JULHO MARCA O INÍCIO
DO VERÃO NA REGIÃO NORTE, E
COINCIDE COM AS FÉRIAS DAS
ESCOLAS DE BELÉM E DO PARÁ! 






     
 Vídeo da Praia do
 Murubira!                         Vídeo da Praia do Ariramba!
 
                          José Roberto Almeida Valente.  

PASSAGEM EVANGÉLICA!


               Belém, 19 de Fevereiro de 2011.
 
 
                  MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO.
 
                  Pilatos, tendo entrado de novo no palácio e feito
 vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe: És o Rei dos Judeus?
 - Respondeu-lhe Jesus: Meu reino não é deste mundo. Se  o
 meu reino fosse deste mundo, a minha gente houvera comba-
 tido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus; mas, o
 meu reino ainda não é aqui.
                 Disse-lhe então Pilatos: És, pois, rei? – Jesus lhe res-
 pondeu: Tu o dizes; sou rei; não nasci e não vim a este mundo
 senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à
 verdade escuta a minha voz. (S. JOÃO, cap. XVIII, vv. 33, 36 e
 37.)
                
                               A vida futura
 
                 Por essas palavras, Jesus claramente se refere à vi-
 da futura, uqe ele apresenta, em todas as circunstâncias, como
 a meta a que a Humanidade irá ter e como devendo constituir
 objeto das maiores preocupações do homem na Terra. Todas
 as suas máximas se reportam a esse grande princípio. Com e-
 feito, sem a vida futura, nenhuma razão de ser teria a maior
 parte dos seus preceitos morais, donde vem que os que não
 crêem na vida futura, imaginando que ele apenas falava na vi-
 da presente, não os compreendem, ou os consideram pueris.
                Esse dogma pode, portanto, ser tido como o eixo do
 ensino do Cristo, pelo que foi colocado num dos primeiros luga-
 res à frente desta obra. É que ele tem de ser o ponto de  mira
 de todos os homens; só ele justifica as anomalias da vida terre-
 na e se mostra de acorod com a justiça de Deus.
                Apenas idéias muito imprecisas tinha os judeus acerca
 da vida futura. Acreditavam nos anjos, considerando-os  seres
 privilegiados da Criação; não sabiam, porém, que  os  homens
 podem um dia tornar-se anjos e partilhar da felicidade  destes.
 Segundo eles, a observância das leis de Deus era recompensada
 com os bens terrenos, com a supremacia da nação a que perten-
 ciam, com vitórias sobre seus inimigos. as calamidades públicas
 e as derrotas eram o castigo da desobediência àquelas leis. Moi-
 sés não pudera dizer mais do que isso a um povo pastor e igno-
 rante, que precisava ser tocado, antes de tudo, pelas coisas des-
 te mundo. mais tarde, Jesus lhe revelou que  há  outro  mundo,
 onde a justiça de Deus segue o seu curso. É esse o mundo que
 ele promete aos que cumprem os mandamentos de Deus e on-
 de os bons acharão sua recompensa. Aí o seu reino; lá é que e-
 le se encontra na sua glória e para onde voltaria quando deixa-
 sse a terra.        
                Jesus, porém, conformando seu ensino com o esta-
 do dos homens da sua época, não julgou conveniente dar-lhes
 luz completa, percebendo que eles ficariam deslumbrados, vis-
 to que não a compreenderiam. Limitou-se a, de  certo  modo,
 apresentar a vida futura apenas como um princípio, como uma
 lei da Natureza a cuja ação ninguém pode fugir. Todo  cristão,
 pois, necessariamente crê na vida futura; mas a idéia que mui-
 tos fazem dela é ainda vaga, imcompleta e, por isso  mesmo,
 falsa em diversos pontos. Para grande número de pessoas, não
 há, a tal respeito, mais do que uma crença, balda de certeza
 absoluta, donde as dúvidas e mesmo a incredulidade.
               O Espiritismo veio completar, nesse ponto, como em
 vários outros, o ensino do Cristo, fazendo-o quando os homens
 já se mostram maduros bastante para apreender  a  verdade.
               Com o Espiritismo, a vida futura deixa de ser simples artigo de
fé, mera hipótese; torna-se uma realidade material, que os fatos demonstram,        porquanto são testemunhas oculares os que a descrevem nas suas fases todas e em todas as suas peripécias, e de tal sorte que, além de  impossibilitarem  qualquer
dúvida a esse propósito, facultam à mais vulgar inteligência a possibílidade de imaginá-la sob seu verdadeiro aspecto, como toda gente imagina um país cuja pormenorizada descrição leia.
                Ora, a descrição da vida futura é tão circunstanciadamente feita, são tão racionais as condições, ditosas ou infortunadas, da existência dos que lá se encontram, quais eles próprios pintam, que cada um, aqui, a seu mau grado, reconhece e declara a si
mesmo que não pode ser de outra forma, porquanto, assim sendo, patente fica a verdadeira justiça de Deus.
 
 
                Matéria Extraída do Evangelho
Segundo o Espiritismo.
                       Por ALLAN KARDEC                                            
 
 
                       José Roberto Almeida Valente  

AGRICULTURA NO ESTADO DO PARÁ III !


                              Belém, 1 de Maio de 2010.
 
 
                              Características Agrícolas
                                    da AMAZÔNIA! 
 
       
 

                             Agricultura

                    Nos últimos anos a produção de arroz, milho e feijão vem merecendo atenção especial no setor agrícola do Estado. Nas culturas industriais o destaque fica por conta do café, com a inclusão do Pará no Funcafé – Fundo Nacional do Café. 
                        O dendê também vem merecendo atenção do Governo, que negociou a implantação de um projeto piloto de mil hectares, envolvendo pequenos produtores através de recursos do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
                          Na produção de fibra, as culturas da juta e do algodão foram retomadas e a do Curauá  se encontra em processo de consolidação. A soja também merece destaque. Hoje o Pará possui três pólos em plena produção. As áreas escolhidas para o plantio foram as  alteradas e as de cerrado, que correspondem à metade da área de soja plantada em todo o país. O Pará é o maior produtor brasileiro de óleo de palma, com uma produção de 79 mil toneladas, quatro vezes maior que o segundo maior produtor, a Bahia.
                         A produção agrícola é liderada pelas culturas industriais, mas as fruteiras têm grande potencial e suas áreas de cultivo estão em expansão, principalmente as frutas tropicais exóticas, como o cupuaçu, a pupunha e o açaí, além das introduzidas, como o maracujá, o abacaxi e o mamão, todas exigindo processamento tecnológico industrial.
              A Agro-indústria é o caminho apontado por técnicos da Secretaria de Agricultura para o desenvolvimento do setor agrícola do Pará. As ações do Governo do Estado buscam estimular a organização dos produtores em associações ou cooperativas para facilitar o acesso aos recursos financeiros.




                         CULTURA ALIMENTAR

                      A agricultura paraense se destaca pela produção de culturas alimentares de ciclo curto, principalmente arroz, feijão, milho e mandioca. Nesta área, o Programa de Sementes Fiscalizadas de Arroz, Milho e Feijão contribuiu para que a produção agrícola do Pará saltasse de 600 mil toneladas, em 1994, para mais de um milhão de toneladas, que deverão ser alcançadas em 1998.
                      Este sistema é praticado por pequenos produtores, através de programas de colonização e assentamento implementados pelos governos estadual e federal. Os cultivos são, normalmente, feitos de forma consorciada ou de rotação, com baixo padrão tecnológico, sendo ainda bastante freqüente a agricultura itinerante. Este sistema consiste na derrubada e queima da floresta primária ou secundária  em pequenas e médias propriedades, caracterizando a chamada Agricultura Familiar.  O excedente da produção agrícola familiar é destinado ao abastecimento de centros urbanos.
                     Segundo o Censo Agropecuário do IBGE, os estabelecimentos de até 100 hectares, que correspondem a 20% da área ocupada do Estado onde predomina a agricultura familiar, são responsáveis por 88% da produção estadual de mandioca, 73% do feijão, 67% do milho, 54% do arroz, 69% da banana, 71% da laranja, 46% do café e 41% do cacau. Mesmo assim só 15% desses agricultores detêm a posse definitiva da terra e, por isso, têm dificuldade de acesso ao crédito rural por falta de garantias reais.


                   MANDIOCA

                 A mandioca ocupa uma área plantada  de aproximadamente 542 mil hectares e está presente em quase todos os municípios. Em 1997 a área colhida foi de 285.131 hectares e a produção alcançou 3.856.015 milhões de toneladas de raízes, colocando o Pará como o primeiro produtor nacional do produto.

               A principal forma de aproveitamento da cultura é a farinha d’água, que utiliza em torno de 95% as raízes produzidas, apresentando um rendimento correspondente a 822 mil toneladas. Além da farinha, a mandioca e seus subprodutos podem ser utilizados ainda como ração para pequenos animais, polvilho, tucupi (usado no tradicional pato no tucupi), goma e maniva (ingrediente principal da maniçoba, comida típica da região feita a partir da folha da mandioca).


                  GRÃOS

                  ARROZ, MILHO E FEIJÃO
               A produção de grãos no Pará alcança mais de 1 milhão de toneladas, graças ao Programa de Difusão de Sementes da Secretaria Estadual de Agricultura. O Programa consiste na distribuição de sementes fiscalizadas básicas para mini e pequenos produtores. Nesses últimos três anos foram colocadas à disposição dos agricultores mais de duas mil toneladas do produto, beneficiando mais de 45 mil produtores rurais.

               Até 1995 as sementes alimentares difundidas eram adquiridas pelo governo de  centros produtores  fora do  Estado. Hoje 60% dessas sementes são produzidas em território paraense.


                 HORTALIÇAS
               A plantação de hortaliças no Estado é praticada comercialmente nas áreas dos municípios próximos à Grande Belém, com uma produção direcionada basicamente para as folhosas, que abastece o mercado com auto-suficiência. Em contrapartida,  a produção de hortaliças-fruto é deficiente, com o Pará importando cerca de 95% do que consome.
             Para tentar reverter esse quadro, o Governo do Estado vem estimulando o uso de tecnologias nas regiões produtoras, como por exemplo, o processo de plasticultura com irrigação, já aplicado em muitas propriedades.

 

                Fruticultura

               A Amazônia brasileira é um celeiro de produtos naturais. Na área da fruticultura  o Pará se destaca no cultivo de fruteiras como o cupuaçu, açaí, bacuri, graviola, guaraná, manga, muruci, taperebá, abacaxi, acerola e caju, muitas delas típicas da região.
               O setor vem alcançando um desenvolvimento significativo, integrando o cultivo de espécies nativas com outras adaptadas e de mercado consolidado. O potencial agroindustrial das frutas exóticas da Amazônia é gigantesco em função, principalmente, de características como sabor, aroma e cor. A utilização do produto é basicamente na forma de sucos, doces, geléias e sorvetes.
           Para expandir o setor o Governo do Estado trabalha com a implantação de jardins clonais de culturas perenes e semi-perenes.


                 AÇAÍ
            É uma palmeira típica da Amazônia, com multiplicidade de uso. No sistema extrativo, atualmente o mais utilizado, os frutos destinam-se ao consumo local e o palmito à exportação.
                 Os plantios racionais ainda são raros, mas nos últimos anos vêm despertando interesse dos agricultores e de grupos empresariais pelas perspectivas promissoras de mercados interno e externo. Da polpa dos frutos obtém-se  o suco do açaí, alimento essencialmente energético, com elevado valor calórico.
                  Com relação à produção de palmito, o açaizeiro é hoje a principal fonte desse produto, sendo 95% de todo o palmito produzido no Brasil. O Estado do Pará é o maior produtor nacional.
                    Área plantada no Estado – 4.200 hectares
                    Produção – 117.969 toneladas
                    Rendimento médio – 28.101 Kg/ha
                A região das ilhas, próximo à Belém, é a maior produtora, constituindo-se a base alimentar da população. Para fomentar a cultura, o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Agricultura, trabalha com a produção de mudas para distribuição aos produtores e faz a intermediação, junto aos agentes financeiros, para         financiamento de cultivos racionais.
                    Valores nutricionais da polpa do açaí

                    Componentes                                                  %
                    Proteína         …………………………………        2,37
                   Gordura         …………………………………        5,96
                   Cálcio             …………………………………        0,05
                   Fósforo          …………………………………        0,0033
                   Ferro              …………………………………        0,0009
                   Vitamina A     …………………………………        Traços
                   Vitamina B1   …………………………………        Traços

                   CUPUAÇU
               Entre as fruteiras tropicais o cupuaçuzeiro é um dos mais importantes. Seu fruto é totalmente aproveitável. A casca pode ser utilizada como ração, a polpa como matéria-prima para sucos e enlatados e a semente para a fabricação do cupulate (chocolate feito a partir do cupuaçu).
                 A produção estadual da fruta, em 97, atingiu 9.133 frutos, mas a procura ainda é maior que a oferta em função da necessidade das indústrias de suco. Com relação ao aproveitamento da fruta,  38,40% correspondem à polpa, 44,60% à casca e 17,20% à semente.


                  ABACAXI
           Até  o ano de 1996, o Pará  ocupava o 3º lugar no ranking dos maiores produtores de abacaxi. Hoje alcança a  segunda colocação, com uma produção, em 1997, de  249 milhões de frutos, quase o dobro do que foi produzido no ano de 96 (127 milhões de frutos). 
                Com esses números o Pará superou a produção da Paraíba, perdendo agora somente para Minas Gerais, que registrou uma produção de 310 milhões de frutos.  
O município de Floresta do Araguaia, no sul do Pará, continua sendo  o maior produtor do Estado.

 
 
 
                            Matéria Extraída da Revista Eletrônica
                                            Isto é AMAZÔNIA!
 
 
                     
                                 José Roberto Almeida Valente.


 
 
 

AGRICULTURA NO ESTADO DO PARÁ II !


                       Belém, 19 de Fevereiro de 2011.
 
                                 Características Agrícolas
                                       na AMAZÔNIA!
 
 
                             1. O Agronegócio Paraense
         A disponibilidade de 30 milhões de hectares de terras agricultáveis (a preços convidativos), a diversidade de solos e o clima favorável à agricultura têm feito do agronegócio um dos segmentos que mais crescem no Estado. O valor da produção agropecuária no Pará atingiu em 2004 um montante de R$ .. bilhões, equivalente a 22,4% da produção do Estado, com um crescimento ísico de 5% ao ano, entre 1985 e 2003.

                           1.1 Negócios florestais
                  A atividade florestal-madeireira possui um importante papel na economia paraense. De fato, 27% do valor agregado na indústria de transformação é gerado no setor de fabricação de produtos de madeira, além do que essa atividade gera cerca de 160 mil empregos diretos e indiretos, significando a absorção de aproximadamente 5% da população economicamente ativa. Os produtos dela derivados ocupam o segundo lugar na pauta de exportação do Estado, o que confere ao Pará a posição de terceiro maior exportador nacional desses produtos, respondendo por 64% do volume de madeira exportado da Amazônia. Essa atividade, no Estado, compreende a exploração de floresta nativa, os plantios florestais e a cadeia produtiva da indústria madeireira.
               O bioma florestal compreende, também, um imenso potencial genético e de princípios ativos, matéria-prima fundamental e de incalculável valor para o avanço da fronteira da ciência que reside em grande parte, na biotecnologia. As possibilidades de negócios são amplas e variadas, envolvendo a produção de diversos produtos, com especial destaque para fármacos, fitoterápicos, cosméticos, alimentos, óleos e resinas industriais, dentre outros. Atualmente, existem no Estado cerca de 40 empresas no setor de fármacos e de produtos de higiene.

                         1.2 Pesca e Aqüicultura
           O Estado do Pará apresenta uma conformação geográfica favorável à exploração pesqueira e aqüícola, uma vez que possui áreas interiores (rios e lagos), de alto-mar, estuarinas e costeiras (562 Km² de litoral, que correspondem a 7% da costa brasileira).
             A produção paraense de pescado é a maior do Brasil. Em 2005, a produção paraense foi de aproximadamente 145 mil toneladas, considerando a pesca de origem marinha e continental, sendo o segmento da pesca artesanal responsável por 80% da produção paraense, dos quais 60% comercializados com a indústria.

                         1.3 Fruticultura
          A fruticultura representa a quarta atividade econômica mais importante do Pará, suplantada apenas pela mineração, madeira e pecuária. A fruticultura tem se desenvolvido em todos os municípios paraenses, gerando uma cadeia produtiva eficiente e com baixo requisito de investimento. A produção primária da fruticultura paraense, incluídos a castanha-do-Pará e o açaí, foi de R$ 606 milhões em 2004. O crescimento médio do valor da produção de frutas no Estado foi de 7% ao ano, entre 2002 e 2004. Em 2004, havia 182 empresas dedicas à manufatura de produtos alimentícios baseados em frutas. O mercado nacional absorve 75,5% da produção de polpa de fruta produzida no Pará – o mercado local é responsável por 17% . (ATUALIZAR DADOS)
           Atualmente, a demanda por polpa de frutas é crescente, e tanto os volumes atuais como as projeções de consumo superam a oferta. Em 2005, as exportações paraenses de frutas e produtos derivados atingiram US$ 31,5 milhões, indicando um crescimento de 6,9% ao ano, entre 1996 e 2004. Os principais destinos são Estados Unidos, União Européia e Ásia. O panorama é bastante favorável à fruticultura paraense, tanto no segmento de frutas exóticas como no de frutas regionais da Amazônia. Isso porque a demanda internacional por esses produtos tem crescido consideravelmente devido às campanhas nos países do hemisfério norte sobre as vantagens para a saúde do consumo de sucos naturais. Estima-se que o mercado mundial por frutas tropicais some algo em torno de US$ 5 bilhões.

                      1.4 Grãos
    O cultivo de grãos, em escala empresarial, teve início em 1997, e abrange, preponderantemente, as culturas de arroz, feijão, milho e soja, que são efetuadas, muitas vezes, em integração com a pecuária, visando à recuperação de pastagens degradadas, em sistemas de rotação de cultura.
        No ano de 2006, a área plantada de grãos foi de 636,2 mil ha (43,7% de milho, 32,9% de arroz, 11,9% de feijão e 11,43% de soja) correspondendo uma produção de 1.248 mil toneladas (46,2% de milho, 31,9% de arroz, 16,8% de soja e 5,1% de feijão).

                     1.5 Biocombustível
        O Pará possui condições extremamente favoráveis para a produção de biocombustíveis em seu território. Algumas das principais espécies vegetais utilizadas para extração do óleo, de forma economicamente eficiente, são encontradas em abundância no Estado, como o dendê (palma), babaçu, pinhão manso, dentre outras.
      As condições climáticas do Estado favorecem o desenvolvimento do dendê. Em 2004, 81,2% da produção brasileira de dendê estava no Pará. Além disso, o Estado foi responsável ainda por cerca de 85% do óleo de palma produzido no Brasil. A palma produz um rendimento médio anual de aproximadamente 3.700 kg de óleo por hectare, o que representa de cinco a dez vezes mais óleo que qualquer outro cultivo vegetal comercial. As palmeiras começam a gerar frutos de 30 a 32 meses após o plantio e continuam sendo economicamente produtivas por um período que vai de 20 a 30 anos. Atualmente a empresa Agropalma, localizada em território paraense, é a maior produtora de óleo de palma no Brasi


                                  
                        Matéria Extraída da Revista Eletrônica
                       da Federação da Agricultura do Estado
                                        do Pará!
 
 
                           José Roberto Almeida Valente. 

AGRICULTURA NO ESTADO DO PARÁ!


              Características Agrícolas da AMAZÔNIA!

                    10ª Festa Estadual do Cacau


         Festa estadual do cacau discutirá qualidade,                                eficiência de mercado e fortalecimento da produção

           Associativismo e cooperativismo, esse é o tema que norteia a 10ª edição da Festa Estadual do Cacau, que acontece em Tomé Açu ( Nordeste parense) de 26 a 29 de agosto.

           Na pauta de discussões, os principais problemas agronômicos e socioeconômicos da lavoura cacaueira paraense, construir alternativas e subsídios para a tomada de posição por parte do produtor e suas entidades representativas, na busca do fortalecimento do trabalho cooperativo visando atingir o mercado com maior eficiência.

          Congregando produtores e suas entidades representativas, lideranças políticas, técnicos do setor agrícola, comunidades dos 16 municípios engajados na produção cacaueira do Pará e público em geral, a festa que já é parte do calendário estadual de eventos tem  buscado  atualizar os conhecimentos dos produtores através de palestras, cursos, treinamentos, assim como discutir alternativas para a sustentabilidade econômica, política, social e ambiental da cacauicultura paraense.

           Hoje o Pará tem área plantada de 85 mil hectares, envolve na cultura  8 mil produtores rurais, o estado produziu 52 670 toneladas de amêndoas secas de cacau no ano de 2008, tendo sido responsável por 24,3 %  da safra brasileira, em uma área safreira de 68. 327 hectares.

           Tomé- Açu o 7º município paraense produtor de cacau, com uma área plantada  superior a 2.300 hectares fechou o ano com uma produção de 1260 toneladas de amêndoas. 328 agricultores desenvolvem a cacauicultura em Tomé- Açu,  oferecendo mão-de-obra a mais de 4300 pessoas.

           A realização da Festa do Cacau é resultado do trabalho de parceira entre o Governo Estado, através da Secretaria de Estado de Agricultura, coordenadora do evento; e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura cacaueira – CEPLAC, órgão do Ministério da Agricultura, responsável pela política cacaueira do país.
                     
           Mecanização de Áreas Melhora e Almenta
                a Produção de Grãos e Tubérculos
                       no Sudeste e Sul do Pará!


         No Projeto de Assentamento Serra do Arara, em Abel Figueiredo, região Rio Capim, uma pequena fábrica de farinha de mandioca garante 15 empregos diretos. O proprietário e agricultor Dativo de Araújo Almeida apostou no empreendimento que, mesmo sem energia elétrica, funciona a todo vapor há cerca de seis meses. Na terra propícia para o cultivo do tubérculo, a produtividade para a safra desse ano deve aumentar em, pelo menos, 70% em relação ao ano passado. A produção de farinha abastece quatro municípios da região.

          Na comunidade 3 Irmãos, em São Domingos do Araguaia, região do Carajás, os produtores familiares comemoram os resultados na lavoura. A família divide as tarefas: enquanto os homens garantem a colheita, as mulheres se revezam raspando a mandioca para ser processada. "A roça está uma beleza; nem tenho como agradecer a ajuda que estamos recebendo aqui", disse José Ananias, proprietário do lote.

          Já em Palestina do Pará, na mesma região, na área pertencente à Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Projeto de Assentamento Riomar (Aprarma), a 45 quilômetros da sede do município, foram mecanizadas 15 hectares de terra, beneficiando 35 famílias. A lavoura plantada em consórcio, que agrega arroz e milho, vai render esse ano 50 toneladas de grãos – número 45% maior que o registrado no ano passado, quando foram colhidas 35 toneladas. "Essa é a primeira experiência com mecanização de área e a prioridade é, nesse momento, garantir a segurança alimentar", enfatizou Conceição Soares da Luz, presidente da Aprarma.

         As experiências bem sucedidas fazem parte do projeto de fomento à produção de alimentos em lavouras mecanizadas nas áreas de agricultores familiares nas regiões Sul e Sudeste do Pará, da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), por meio do programa Campo Cidadão. A mecanização é operada somente em áreas antropizadas (pastagens degradadas e roças abandonadas) e restituirá aos lotes familiares a capacidade produtiva dessas áreas, tornando-as efetivamente úteis e produtivas, ajudando a conter o avanço migratório e predatório para as áreas de preservação ambiental.

         Pelo menos 700 famílias de produtores foram beneficiadas com o processo. São filiados a sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras rurais, associações de pequenos agricultores familiares e nas cooperativas, os quais vivem em projetos de assentamentos da reforma agrária e em comunidades tradicionais nesses municípios. As secretarias municipais de agricultura também integram o projeto.

        A interferência mecanizada no preparo dessas áreas familiares pretende gerar uma produção média de 633 toneladas de grãos e 642 toneladas de tubérculos, principalmente a mandioca. Número superior em 40% à produção registrada em 2009. Ainda que grande parte dessa produção seja consumida pelas próprias famílias, o excedente deverá ser utilizado para abastecer o mercado regional, reduzindo significativamente a necessidade de importação desses alimentos básicos, além de gerar emprego e renda.

         Histórico - As regiões Sul e Sudeste do Pará, onde se agrega também o entorno do lago de Tucuruí, já ocuparam, há cerca de 20 anos, a posição de maiores produtoras de grãos do Estado, com expressiva produção de tubérculos. Porém, as práticas são rudimentares em áreas não estocadas e não mecanizadas, em que os agricultores familiares cultivam em até dois ciclos consecutivos de plantio, adotando como estratégia de manejo o repouso de área agricultável, que variava entre quatro e sete anos. Em alguns locais, esse plantio se repetia apenas mais uma vez, na mesma área, o que obrigava o agricultor a adotar o processo produtivo como "agricultura migratória", em razão da redução da fertilidade do solo e queda expressiva na produtividade dessas culturas alimentares, cultivadas sem correção e sem fertilizantes químicos ou orgânicos.

        A expectativa é resgatar o processo produtivo de grãos e tubérculos em toda a região, através de práticas mais modernas e eficientes, com preparo mecanizado de áreas, possibilitando a aplicação de técnicas de correção e adubação de solos, que certamente resultarão em significativo aumento na produção e na produtividade.

Produção de Mandioca no
  Sudeste e Sul do Pará!

 
 Produção de Bananas!


O Pará já é o maior

produtor e exportador
de abacaxi do Brasil!


                           
                   Matérias Extraídas da:

            Revista Eletrônica da SAGRI-PA.







                  José Roberto Almeida Valente.