O objetivo do meu Blog é mostrar para o Brasil e para o Mundo os valores positivos da Região Norte do Brasil, especialmente o Pará e a AMAZÔNIA, apagando assim, maior parte da má impressão que, ao longo do tempo, o privilégio dado aos estados do Sudeste e Sul, mais os noticiários, principalmente dos Jornais, causaram e causam devido ao baixo nível de qualidade de suas notícias. quando oportuno, discorrer sobre problemas de cunho Sociais, Políticos, Econômicos, Religiosos, Ecológicos,...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
OUTRA IMAGEM DA AMAZÔNIA!
Belém, 19 de Fevereiro de 2011.
* Balneário a aproximadamente 75 km de Belém!
* Ilha de água doce.
* Praias de Rio com ondas, areia branquinha e belas residências!
* Ideal para passar o fim de semana, Férias e morar definitivamente!
* Outra representação do "Mar Dulce", descrito aos reis de Portugal
pelos exploradores, na época do descobrimento do Brasil (1500DC).
Você conhece realmente o Brasil?!
E a AMAZÔNIA?
Você conhece de fato a AMAZÔNIA?!
Se você não conhece, receba de bom grado estas informações!
A AMAZÔNIA é uma Floresta gigantesca, rica em biodiversi-
dades, mas fechada, inóspita, muito perigosa!
Não é aconselhável, portanto, programar-se para fazer Turis-
mo pela floresta própriamente dita.
Para as pessoas mais fortes e com recursos necessários, pode-
se entretanto, "explorar" as proximidades mais através de aviões e bar-
cos que são o melhor modo de sentir-se dentro da Amazônia.
Outra opção, e creio ser a melhor, é fazer Turismo pelos Esta-
dos que compõem a Região Norte do Brasil.
Pode-se ir de navio, lancha,… de Belém à Ilha do Mosqueiro.
A viagem é muito bela, e os cidadãos podem filmar ou fotogra-
far o nascer e o pôr-do-sol em diversas paisagens dos imensos rios pró-
ximos às matas!
Este é apenas um exemplo em meio aos milhares de outros se-
melhantes, se considerarmos as demais ofertas dos outros Estados da Re-
gião!
Os Estados da Região Norte, preparam-se cada vez melhores para
oferecerem o conforto e a segurança aos Turistas!
Os dois mais adiantados são:
O do Pará-Belém, e o do Amazonas-Manaus!
PRAIA GRANDE
RESIDÊNCIA NA PRAIA DO FAROL!
ARQUITETURA PORTUGUESA
HERANÇA PORTUGUESA
NA ILHA!
PRAIA DO MURUBIRA!
PRAIA GRANDE!
PALMEIRAS IMPERIAIS
NA ORLA DO MURUBIRA!
VISTA DAS PRAIAS DO
CHAPÉU-VIRADO E
FAROL!
VISTA DA PRAIA DO
ARIRAMBA!
NO VERÃO, MUITOS ESPORTES
NÁUTICOS SÃO PRATICADOS
NA ILHA!
PRAIAS DE RIO
COM ONDAS.
CARACTERÍSTICAS AMAZÔNICAS
DA ILHA!
MINI-GIRASSÓIS NA
ORLA DA PRAIA
GRANDE!
VISTA DE CIMA
DA ORLA DA PRAIA GRANDE!
PRAIA DO FAROL!
PRAIA DO MURUBIRA!
PELO VERÃO, AS PRAIAS DA ILHA
FICAM CHEIAS DE BANHISTAS.
O MÊS DE JULHO MARCA O INÍCIO
DO VERÃO NA REGIÃO NORTE, E
COINCIDE COM AS FÉRIAS DAS
ESCOLAS DE BELÉM E DO PARÁ!
Vídeo da Praia do
Murubira! Vídeo da Praia do Ariramba!
José Roberto Almeida Valente.
PASSAGEM EVANGÉLICA!
Belém, 19 de Fevereiro de 2011.
MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO.
Pilatos, tendo entrado de novo no palácio e feito
vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe: És o Rei dos Judeus?
- Respondeu-lhe Jesus: Meu reino não é deste mundo. Se o
meu reino fosse deste mundo, a minha gente houvera comba-
tido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus; mas, o
meu reino ainda não é aqui.
Disse-lhe então Pilatos: És, pois, rei? – Jesus lhe res-
pondeu: Tu o dizes; sou rei; não nasci e não vim a este mundo
senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à
verdade escuta a minha voz. (S. JOÃO, cap. XVIII, vv. 33, 36 e
37.)
A vida futura
Por essas palavras, Jesus claramente se refere à vi-
da futura, uqe ele apresenta, em todas as circunstâncias, como
a meta a que a Humanidade irá ter e como devendo constituir
objeto das maiores preocupações do homem na Terra. Todas
as suas máximas se reportam a esse grande princípio. Com e-
feito, sem a vida futura, nenhuma razão de ser teria a maior
parte dos seus preceitos morais, donde vem que os que não
crêem na vida futura, imaginando que ele apenas falava na vi-
da presente, não os compreendem, ou os consideram pueris.
Esse dogma pode, portanto, ser tido como o eixo do
ensino do Cristo, pelo que foi colocado num dos primeiros luga-
res à frente desta obra. É que ele tem de ser o ponto de mira
de todos os homens; só ele justifica as anomalias da vida terre-
na e se mostra de acorod com a justiça de Deus.
Apenas idéias muito imprecisas tinha os judeus acerca
da vida futura. Acreditavam nos anjos, considerando-os seres
privilegiados da Criação; não sabiam, porém, que os homens
podem um dia tornar-se anjos e partilhar da felicidade destes.
Segundo eles, a observância das leis de Deus era recompensada
com os bens terrenos, com a supremacia da nação a que perten-
ciam, com vitórias sobre seus inimigos. as calamidades públicas
e as derrotas eram o castigo da desobediência àquelas leis. Moi-
sés não pudera dizer mais do que isso a um povo pastor e igno-
rante, que precisava ser tocado, antes de tudo, pelas coisas des-
te mundo. mais tarde, Jesus lhe revelou que há outro mundo,
onde a justiça de Deus segue o seu curso. É esse o mundo que
ele promete aos que cumprem os mandamentos de Deus e on-
de os bons acharão sua recompensa. Aí o seu reino; lá é que e-
le se encontra na sua glória e para onde voltaria quando deixa-
sse a terra.
Jesus, porém, conformando seu ensino com o esta-
do dos homens da sua época, não julgou conveniente dar-lhes
luz completa, percebendo que eles ficariam deslumbrados, vis-
to que não a compreenderiam. Limitou-se a, de certo modo,
apresentar a vida futura apenas como um princípio, como uma
lei da Natureza a cuja ação ninguém pode fugir. Todo cristão,
pois, necessariamente crê na vida futura; mas a idéia que mui-
tos fazem dela é ainda vaga, imcompleta e, por isso mesmo,
falsa em diversos pontos. Para grande número de pessoas, não
há, a tal respeito, mais do que uma crença, balda de certeza
absoluta, donde as dúvidas e mesmo a incredulidade.
O Espiritismo veio completar, nesse ponto, como em
vários outros, o ensino do Cristo, fazendo-o quando os homens
já se mostram maduros bastante para apreender a verdade.
Com o Espiritismo, a vida futura deixa de ser simples artigo de
fé, mera hipótese; torna-se uma realidade material, que os fatos demonstram, porquanto são testemunhas oculares os que a descrevem nas suas fases todas e em todas as suas peripécias, e de tal sorte que, além de impossibilitarem qualquer
dúvida a esse propósito, facultam à mais vulgar inteligência a possibílidade de imaginá-la sob seu verdadeiro aspecto, como toda gente imagina um país cuja pormenorizada descrição leia.
Ora, a descrição da vida futura é tão circunstanciadamente feita, são tão racionais as condições, ditosas ou infortunadas, da existência dos que lá se encontram, quais eles próprios pintam, que cada um, aqui, a seu mau grado, reconhece e declara a si
mesmo que não pode ser de outra forma, porquanto, assim sendo, patente fica a verdadeira justiça de Deus.
Matéria Extraída do Evangelho
Segundo o Espiritismo.
Por ALLAN KARDEC
José Roberto Almeida Valente
AGRICULTURA NO ESTADO DO PARÁ III !
Belém, 1 de Maio de 2010.
Características Agrícolas
da AMAZÔNIA!
Agricultura |
AGRICULTURA NO ESTADO DO PARÁ II !
Belém, 19 de Fevereiro de 2011.
Características Agrícolas
na AMAZÔNIA!
1. O Agronegócio Paraense
A disponibilidade de 30 milhões de hectares de terras agricultáveis (a preços convidativos), a diversidade de solos e o clima favorável à agricultura têm feito do agronegócio um dos segmentos que mais crescem no Estado. O valor da produção agropecuária no Pará atingiu em 2004 um montante de R$ .. bilhões, equivalente a 22,4% da produção do Estado, com um crescimento ísico de 5% ao ano, entre 1985 e 2003.
1.1 Negócios florestais
A atividade florestal-madeireira possui um importante papel na economia paraense. De fato, 27% do valor agregado na indústria de transformação é gerado no setor de fabricação de produtos de madeira, além do que essa atividade gera cerca de 160 mil empregos diretos e indiretos, significando a absorção de aproximadamente 5% da população economicamente ativa. Os produtos dela derivados ocupam o segundo lugar na pauta de exportação do Estado, o que confere ao Pará a posição de terceiro maior exportador nacional desses produtos, respondendo por 64% do volume de madeira exportado da Amazônia. Essa atividade, no Estado, compreende a exploração de floresta nativa, os plantios florestais e a cadeia produtiva da indústria madeireira.
O bioma florestal compreende, também, um imenso potencial genético e de princípios ativos, matéria-prima fundamental e de incalculável valor para o avanço da fronteira da ciência que reside em grande parte, na biotecnologia. As possibilidades de negócios são amplas e variadas, envolvendo a produção de diversos produtos, com especial destaque para fármacos, fitoterápicos, cosméticos, alimentos, óleos e resinas industriais, dentre outros. Atualmente, existem no Estado cerca de 40 empresas no setor de fármacos e de produtos de higiene.
O Estado do Pará apresenta uma conformação geográfica favorável à exploração pesqueira e aqüícola, uma vez que possui áreas interiores (rios e lagos), de alto-mar, estuarinas e costeiras (562 Km² de litoral, que correspondem a 7% da costa brasileira).
A produção paraense de pescado é a maior do Brasil. Em 2005, a produção paraense foi de aproximadamente 145 mil toneladas, considerando a pesca de origem marinha e continental, sendo o segmento da pesca artesanal responsável por 80% da produção paraense, dos quais 60% comercializados com a indústria.
A fruticultura representa a quarta atividade econômica mais importante do Pará, suplantada apenas pela mineração, madeira e pecuária. A fruticultura tem se desenvolvido em todos os municípios paraenses, gerando uma cadeia produtiva eficiente e com baixo requisito de investimento. A produção primária da fruticultura paraense, incluídos a castanha-do-Pará e o açaí, foi de R$ 606 milhões em 2004. O crescimento médio do valor da produção de frutas no Estado foi de 7% ao ano, entre 2002 e 2004. Em 2004, havia 182 empresas dedicas à manufatura de produtos alimentícios baseados em frutas. O mercado nacional absorve 75,5% da produção de polpa de fruta produzida no Pará – o mercado local é responsável por 17% . (ATUALIZAR DADOS)
Atualmente, a demanda por polpa de frutas é crescente, e tanto os volumes atuais como as projeções de consumo superam a oferta. Em 2005, as exportações paraenses de frutas e produtos derivados atingiram US$ 31,5 milhões, indicando um crescimento de 6,9% ao ano, entre 1996 e 2004. Os principais destinos são Estados Unidos, União Européia e Ásia. O panorama é bastante favorável à fruticultura paraense, tanto no segmento de frutas exóticas como no de frutas regionais da Amazônia. Isso porque a demanda internacional por esses produtos tem crescido consideravelmente devido às campanhas nos países do hemisfério norte sobre as vantagens para a saúde do consumo de sucos naturais. Estima-se que o mercado mundial por frutas tropicais some algo em torno de US$ 5 bilhões.
O cultivo de grãos, em escala empresarial, teve início em 1997, e abrange, preponderantemente, as culturas de arroz, feijão, milho e soja, que são efetuadas, muitas vezes, em integração com a pecuária, visando à recuperação de pastagens degradadas, em sistemas de rotação de cultura.
No ano de 2006, a área plantada de grãos foi de 636,2 mil ha (43,7% de milho, 32,9% de arroz, 11,9% de feijão e 11,43% de soja) correspondendo uma produção de 1.248 mil toneladas (46,2% de milho, 31,9% de arroz, 16,8% de soja e 5,1% de feijão).
O Pará possui condições extremamente favoráveis para a produção de biocombustíveis em seu território. Algumas das principais espécies vegetais utilizadas para extração do óleo, de forma economicamente eficiente, são encontradas em abundância no Estado, como o dendê (palma), babaçu, pinhão manso, dentre outras.
As condições climáticas do Estado favorecem o desenvolvimento do dendê. Em 2004, 81,2% da produção brasileira de dendê estava no Pará. Além disso, o Estado foi responsável ainda por cerca de 85% do óleo de palma produzido no Brasil. A palma produz um rendimento médio anual de aproximadamente 3.700 kg de óleo por hectare, o que representa de cinco a dez vezes mais óleo que qualquer outro cultivo vegetal comercial. As palmeiras começam a gerar frutos de 30 a 32 meses após o plantio e continuam sendo economicamente produtivas por um período que vai de 20 a 30 anos. Atualmente a empresa Agropalma, localizada em território paraense, é a maior produtora de óleo de palma no Brasi
Matéria Extraída da Revista Eletrônica
da Federação da Agricultura do Estado
do Pará!
José Roberto Almeida Valente.
AGRICULTURA NO ESTADO DO PARÁ!
Características Agrícolas da AMAZÔNIA!
10ª Festa Estadual do Cacau
Festa estadual do cacau discutirá qualidade, eficiência de mercado e fortalecimento da produção
Associativismo e cooperativismo, esse é o tema que norteia a 10ª edição da Festa Estadual do Cacau, que acontece em Tomé Açu ( Nordeste parense) de 26 a 29 de agosto.
Na pauta de discussões, os principais problemas agronômicos e socioeconômicos da lavoura cacaueira paraense, construir alternativas e subsídios para a tomada de posição por parte do produtor e suas entidades representativas, na busca do fortalecimento do trabalho cooperativo visando atingir o mercado com maior eficiência.
Congregando produtores e suas entidades representativas, lideranças políticas, técnicos do setor agrícola, comunidades dos 16 municípios engajados na produção cacaueira do Pará e público em geral, a festa que já é parte do calendário estadual de eventos tem buscado atualizar os conhecimentos dos produtores através de palestras, cursos, treinamentos, assim como discutir alternativas para a sustentabilidade econômica, política, social e ambiental da cacauicultura paraense.
Hoje o Pará tem área plantada de 85 mil hectares, envolve na cultura 8 mil produtores rurais, o estado produziu 52 670 toneladas de amêndoas secas de cacau no ano de 2008, tendo sido responsável por 24,3 % da safra brasileira, em uma área safreira de 68. 327 hectares.
Tomé- Açu o 7º município paraense produtor de cacau, com uma área plantada superior a 2.300 hectares fechou o ano com uma produção de 1260 toneladas de amêndoas. 328 agricultores desenvolvem a cacauicultura em Tomé- Açu, oferecendo mão-de-obra a mais de 4300 pessoas.
A realização da Festa do Cacau é resultado do trabalho de parceira entre o Governo Estado, através da Secretaria de Estado de Agricultura, coordenadora do evento; e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura cacaueira – CEPLAC, órgão do Ministério da Agricultura, responsável pela política cacaueira do país.
Mecanização de Áreas Melhora e Almenta
a Produção de Grãos e Tubérculos
no Sudeste e Sul do Pará!
No Projeto de Assentamento Serra do Arara, em Abel Figueiredo, região Rio Capim, uma pequena fábrica de farinha de mandioca garante 15 empregos diretos. O proprietário e agricultor Dativo de Araújo Almeida apostou no empreendimento que, mesmo sem energia elétrica, funciona a todo vapor há cerca de seis meses. Na terra propícia para o cultivo do tubérculo, a produtividade para a safra desse ano deve aumentar em, pelo menos, 70% em relação ao ano passado. A produção de farinha abastece quatro municípios da região.
Na comunidade 3 Irmãos, em São Domingos do Araguaia, região do Carajás, os produtores familiares comemoram os resultados na lavoura. A família divide as tarefas: enquanto os homens garantem a colheita, as mulheres se revezam raspando a mandioca para ser processada. "A roça está uma beleza; nem tenho como agradecer a ajuda que estamos recebendo aqui", disse José Ananias, proprietário do lote.
Já em Palestina do Pará, na mesma região, na área pertencente à Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Projeto de Assentamento Riomar (Aprarma), a 45 quilômetros da sede do município, foram mecanizadas 15 hectares de terra, beneficiando 35 famílias. A lavoura plantada em consórcio, que agrega arroz e milho, vai render esse ano 50 toneladas de grãos – número 45% maior que o registrado no ano passado, quando foram colhidas 35 toneladas. "Essa é a primeira experiência com mecanização de área e a prioridade é, nesse momento, garantir a segurança alimentar", enfatizou Conceição Soares da Luz, presidente da Aprarma.
As experiências bem sucedidas fazem parte do projeto de fomento à produção de alimentos em lavouras mecanizadas nas áreas de agricultores familiares nas regiões Sul e Sudeste do Pará, da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), por meio do programa Campo Cidadão. A mecanização é operada somente em áreas antropizadas (pastagens degradadas e roças abandonadas) e restituirá aos lotes familiares a capacidade produtiva dessas áreas, tornando-as efetivamente úteis e produtivas, ajudando a conter o avanço migratório e predatório para as áreas de preservação ambiental.
Pelo menos 700 famílias de produtores foram beneficiadas com o processo. São filiados a sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras rurais, associações de pequenos agricultores familiares e nas cooperativas, os quais vivem em projetos de assentamentos da reforma agrária e em comunidades tradicionais nesses municípios. As secretarias municipais de agricultura também integram o projeto.
A interferência mecanizada no preparo dessas áreas familiares pretende gerar uma produção média de 633 toneladas de grãos e 642 toneladas de tubérculos, principalmente a mandioca. Número superior em 40% à produção registrada em 2009. Ainda que grande parte dessa produção seja consumida pelas próprias famílias, o excedente deverá ser utilizado para abastecer o mercado regional, reduzindo significativamente a necessidade de importação desses alimentos básicos, além de gerar emprego e renda.
Histórico - As regiões Sul e Sudeste do Pará, onde se agrega também o entorno do lago de Tucuruí, já ocuparam, há cerca de 20 anos, a posição de maiores produtoras de grãos do Estado, com expressiva produção de tubérculos. Porém, as práticas são rudimentares em áreas não estocadas e não mecanizadas, em que os agricultores familiares cultivam em até dois ciclos consecutivos de plantio, adotando como estratégia de manejo o repouso de área agricultável, que variava entre quatro e sete anos. Em alguns locais, esse plantio se repetia apenas mais uma vez, na mesma área, o que obrigava o agricultor a adotar o processo produtivo como "agricultura migratória", em razão da redução da fertilidade do solo e queda expressiva na produtividade dessas culturas alimentares, cultivadas sem correção e sem fertilizantes químicos ou orgânicos.
A expectativa é resgatar o processo produtivo de grãos e tubérculos em toda a região, através de práticas mais modernas e eficientes, com preparo mecanizado de áreas, possibilitando a aplicação de técnicas de correção e adubação de solos, que certamente resultarão em significativo aumento na produção e na produtividade.
Sudeste e Sul do Pará!
Produção de Bananas!

O Pará já é o maior
produtor e exportador
de abacaxi do Brasil!
Matérias Extraídas da:
Revista Eletrônica da SAGRI-PA.
José Roberto Almeida Valente.
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